Os favoritos de 2017 (ainda dá tempo?)

Demorei para fazer esse post, mas garanto que 2018 será diferente, inclusive já tem uma porção de posts lindos prontos para entrarem aqui no blog. Então, mesmo sabendo que já estamos quase em março, queria fazer um post para registrar as coisas que mais amei em 2017 e para tornar esse post em algo mais interessante para todos nós, também vou falar sobre o que podemos esperar desses favoritos em 2018.

 

Maquiagem

Apesar de terem sido lançados em 2016, só me rendi aos batons da Linha Bruna Tavares em 2017. Para mim essa é a melhor fórmula de batom líquido entre as marcas nacionais, a duração é surpreendente e mesmo assim eu não tenho problemas para retocar (não fica grosso ou esfarela com mais de uma camada), nem para remover no final do dia. A pigmentação é maravilhosa e a variedade de cores é surreal!

O amor é tanto que passei a colecionar os batons, mesmo sabendo que a Bru lança cor nova o tempo todo e a coleção nunca vai estar completa.
Para esse ano estou ansiosa para o lançamento dos iluminadores da marca, a Bru já soltou vários spoilers no Instagram (e até no blog) e eles são lindos. Serão iluminadores compactos, que já conta com três cores, e os líquidos, que até o fechamento desse post ainda não tinha as cores que seriam lançadas definidas, mas já sabemos que eles serão à prova d’água!

Livro

Felizmente 2017 foi um ano em que eu consegui ler muito por lazer. E meu livro preferido do ano com certeza foi “A Guerra Não Tem Rosto De Mulher”, da escritora russa Svetlana Aleksiévitch. O livro conta a história real de algumas das mais de um milhão de mulheres que serviram o Exército Vermelho durante a Segunda Guerra Mundial. São histórias tão densas, cruas e brutas que transcendem qualquer definição do feminismo moderno para o que é a força da mulher.

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Foi um livro muito dolorido de ler, mas mesmo que eu estivesse me sentindo assombrada pelas lembranças dessas mulheres, eu não conseguia parar de ler. E quando acabei me senti triste, não só pelo vazio que fica quando lemos um livro marcante, mas porque tudo isso aconteceu e ninguém nunca tinha falado sobre isso. Essas mulheres sacrificaram suas vidas e seus futuros para mudar o mundo, no meio de uma das guerras mais sangrentas do século passado e ninguém nunca se preocupou em reconhecer esse esforço. Sem elas o Exército Vermelho não teria conseguido a vitória, mas quando se fala dos veteranos dessa guerra, a história dessas mulheres é completamente ocultada.
Agora quero ler “Vozes de Tchernóbil”, onde Svetlana conta a história do desastre nuclear que aconteceu em 1986, na Ucrânia. Já assisti vários documentários sobre o assunto e estou ansiosa para ver como a autora usou a história real de pessoas envolvidas no acidente para traçar esse acontecimento histórico e ao que tudo indica ela também faz críticas bem claras às questões políticas que sondaram o desastre.

Série

Eu não assisti nenhuma das séries que bombou em 2017. Eu tive um ano muito atarefado, estava sempre ocupada e lidando com milhares de coisas ao mesmo tempo. Quando estou assim, por algum motivo, não consigo assistir séries novas. Sabendo que não vou conseguir me dedicar exclusivamente a nada novo, acabo ficando sempre na zona de conforto e assistindo coisas que eu já assisti e que eu já tenho certeza que me ajudam a ficar menos ansiosa e me desligar do mundo.

Assista na netflix

Mas teve uma série que eu descobri no ano passado que conseguiu me prender, trata-se de Crazy Ex Girlfriend, que é uma série de humor musical, que já conta com duas temporadas disponíveis na Netflix. Ela é protagonizada por uma mulher que está longe de atender os padrões estéticos, mas isso não é mencionado a cada 5 minutos como um troféu de inclusão e diversidade. É uma mina normal, com piras normais, que muitas vezes são resolvidas com comportamentos bem duvidosos. Inclusive ela mesma questiona a raiz do seu comportamento o tempo todo. É uma série engraçada, que se esforça para reforçar tendências feministas (sim, mesmo com esse título horrível) e trata dos desastres das vidas amorosas de todos os personagens, incluindo situações que mostram aceitação, bissexualidade, temas relacionados à saúde mental e até aborto. Rebecca Bunch vai fazer com que você sinta um senso de normalização com o seu corpo e com as suas presepadas de cada dia, no amor, no trabalho e nas amizades. E eu acho isso ótimo!

Marca

Como eu estudei e trabalhei bastante com moda, tenho um olhar um pouco mais crítico sobre o mercado. Todo ano o segmento plus size ganha centenas de novas marcas e eu acompanho tudo de perto (porque faz parte do meu trabalho, porque eu amo moda e porque a base do meu comportamento de consumo está nesse tipo de informação). Sempre que posso frequento os eventos, tenho alertas no Google para alguns termos e sempre vejo todos os vídeos e editoriais lançados. Então, pode-se dizer que tenho muitas referências sobre moda plus size em meu repertório. Em todo esse tempo acumulando essas informações notei algo que é muito comum em muitas marcas, mas não deveria ser: a falta de estrutura nas coleções. Eu sinto falta de ver coleções mais coesas, elaboradas da forma mais tradicional, com um styling bem pensado que nos faça compreender que a coleção é um todo, não apenas um conjunto de peças aleatórias.

Foi por isso que me apaixonei pela Alt, marca criada pela blogueira Débora Fomin, que foi lançada no ano passado. A Alt já está na segunda coleção e mesmo que você não leia seus releases você consegue ver que as peças contam uma história, além disso o styling é impecável e todas as peças conversam bem entre si. Já tenho várias peças da marca (inclusive já fiz fotos com alguns looks que montei com elas) e pretendo comprar várias outras. Além das roupas serem lindas e diferentes de muito do que vimos nesse mercado, elas têm uma qualidade excelente, os tecidos são resistentes e muito confortáveis, também amo o acabamento das peças, que é algo em que muitas marcas pequenas pecam.

Já era fãzona da Debas por causa do Overlicious e não vejo a hora de ver as próximas coleções!
Se você quiser conhecer a marca, aproveite que a Alt vai estar no próximo Pop Plus!

YouTuber

Eu sempre digo que quem me conhece sabe que eu passo muito mais tempo do que deveria no YouTube. Sou viciada em vídeos de maquiagem e os assisto diariamente, mas no ano passado descobri também os vídeos de hauls e “I spent on” que são focados em moda.  Foi assim que conheci a Sarah Rae Vargas, e eu amo os vídeos dela não só porque ela é linda e bem articulada, mas também porque me ajuda a ter uma compreensão bem maior sobre as marcas de moda plus size americanas. Ela usa tamanho 50/52 e também faz hauls com marcas que não são conhecidas tipicamente por disponibilizarem peças em tamanhos grandes, como a Urban Outfitters, por exemplo.

O canal dela também conta com vídeos que falam sobre as dificuldades que permeiam a vida da mulher gorda, sobre gordofobia e sobre comportamento feminino e apesar de amar muito os hauls esses são os vídeos do canal dela que estou mais ansiosa para acompanhar durante esse ano.

Skincare

Você pode até nunca ter usado o Serozinc, mas se está no Instagram com certeza já ouviu falar do produto. Na época do lançamento ele foi super hypado porque a La Roche fez posts patrocinados com várias influencers. Eu achei o produto na farmácia por acaso, antes mesmo desse burburinho. Comecei a usar e mesmo sem ter o resultado esperado inicialmente decidi persistir. A verdade é que, se você tem a pele MUITO oleosa, ele não vai ser o milagre matificante que promete. Então, se você vai comprar só por esse motivo, não sei se recomendo. Mas com o uso contínuo percebi que ele faz muito bem para a minha pele! Além da oleosidade também lido com acne cística, o que é um porre, porque os cistos e espinhas demoram uma eternidade para sumir. Usando o Serozinc percebi que minha pele ficou menos propensa à cistos e eu até tenho alguma acne, mas agora as espinhas são menores e muito menos inflamadas.

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Também gosto de usar como preparação para a maquiagem porque, combinado com a base e o pó certos, ajuda a matificar até mais do que usando apenas como skincare. Vou continuar usando com certeza, acho que já estou no quinto ou sexto frasco, mas nesse ano também pretendo voltar a tratar a pele com um dermatologista e fazer alguns procedimentos para me livrar das cicatrizes e de algumas outras marcas que tenho no rosto.

Haircare

Quem segue O Cabide no Instagram sabe que eu passei 2017 investida em deixar meu cabelo crescer um pouco e experimentar novos cortes. Essa seria a primeira vez em anos que eu me importaria com os cuidados ao meu cabelo, afinal eu usei ele curtíssimo por muito tempo e o máximo que fazia era lavar e finalizar com pomada, cera ou gel.
u tive que ler bastante sobre o assunto e experimentar muitos produtos antes de acertar o que funcionava para mim. Mas um dos primeiros produtos que experimentei ganhou meu coração e hoje em dia eu não vivo sem: a Água de coco da linha Tô de cacho, da Salon Line.

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Trata-se de um spray que ajuda a ativar os cachos e mantê-los hidratados. Para mim ele indispensável no day after, porque me ajuda a ganhar de volta a definição sem precisar usar um monte de leave in, assim o cabelo continua com o aspecto leve do dia em que eu lavei.

A Salon Line lança produtos novos o tempo todo, então eu não sei o que esperar para 2018, mas estou ansiosa para experimentar a linha Maria Natureza, que é vegana e liberada.

Sapato

Eu sempre quis um coturno colorido e sempre quis um coturno da Cravo & Canela. Em 2017 eu juntei esses dois desejos em um produto só! Comprei um coturno vinho, da Cravo & Canela, com precinho de promoção na Renner. Com certeza foi o sapato que eu mais usei durante o inverno passado e com certeza usarei muito nos próximos invernos também.

Veja ess post no Instagram

Agora que já tenho meu sonhado coturno, até vou continuar acompanhando as novidades da Cravo & Canela, mas estou mais animada para os lançamentos de marcas como a Ziovara (que também tem moda plus size) e a Yellow Factory.

Job

Eu fechei 2016 trabalhando para uma marca plus size, lá acompanhei o reposicionamento da marca, ajudei na criação de coleções, planejei participações em eventos, acompanhei a produção de editoriais e fui responsável por toda a comunicação on e offline. Foi uma experiência muito enriquecedora que me trouxe muitas outras oportunidades. Por isso 2017 foi o ano em que eu deixei de ser funcionária e passei a ser uma empresa. Conteúdos criados por mim rodaram o país todo e foram vistos por milhares de pessoas em redes sociais, blogs e revistas. Tive a chance de trabalhar com marcas e projetos incríveis e me orgulho muito de todas essas conquistas.

Mas tem um job que merece um lugarzinho especial no meu coração! Desde agosto do ano passado faço parte da equipe do Pop Plus e sou responsável pelo conteúdo do blog do evento. Esse job me fez repensar meu processo criativo e me apresentou algumas das pessoas mais maravilhosas que já conheci. Sou muito grata a Flávia Durante, não só pela oportunidade, mas pela liberdade e confiança que ela tem no meu trabalho. E esse é um trabalho que continua em 2018, mas eu tenho outros projetos MUITO bacanas alinhados para os próximos meses, não vejo a hora de contar para vocês!

Meu primeiro post no blog do Pop Plus

Acompanhe meus posts no blog do Pop Plus: http://popplus.com.br/blog/

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

As mais ouvidas

Não é raro chegar aqui em casa e me encontrar no sofá lendo alguma bobagem enquanto rola uma playlist de músicas na Smart TV (melhor aquisição de todos os tempos!). Eu cresci ouvindo música com os meus pais e depois sozinha, no último volume, quando era adolescente e tinha a casa só para mim.

Eu não sou o tipo de pessoa que é louca por música, inclusive eu não manjo nada de música e mesmo com as redes sociais, posso demorar anos para descobrir um cantor ou um a banda que todo mundo já ouve e é fã.

music the royal tenenbaums

Além disso eu sou uma pessoa obsessiva-compulsiva e as vezes acabo ouvindo as mesmas músicas por meses, o que obviamente não contribui para que eu encontre sons novos.

Mesmo assim, sempre acabam aparecendo trilhas sonoras novas para minha vida, aquelas músicas que são tão marcantes que eu não vejo problema algum em ouvir no repeat!

E foi dessa forma que descobri essas pérolas:

Rubel é um artista carioca de voz suave e músicas carregadas de sentimentos. O álbum Pearl foi lançado em 2013, mas tem chamado bastante atenção desde que o clipe da música Quando bate aquela saudade, dirigido pelo próprio Rubel e lançado no ano passado, chegou a um milhão de views no YouTube, e foi justamente por essa música que eu me apaixonei!

O premiado cantor recifense, Johnny Hooker, ficou conhecido por sua participação em trilhas sonoras de novelas globais, mas já vem chamando atenção dentro da música nacional há algum tempo. Performático, mistura referências como  glam rock, o pop e o tropicalismo. A música que escolhi para colocar entre as mais ouvidas é de seu primeiro álbum, ‘Eu Vou Fazer uma Macumba pra Te Amarrar, Maldito!‘, e  está na trilha sonora do filme Tatuagem.

Val Donato é uma cantora paraibana quebra todos os padrões! Seu visual foge daquele conceito forçado de feminilidade (que já debati por aqui), além disso ela é assumidamente lésbica, algo extremamente relevante quando pensamos na questão da representatividade dentro do mercado nacional de música. Val é extremamente talentosa, algo que ela prova com seu primeiro álbum, ‘Café Amargo’, que é totalmente autoral. Foi nele que conheci a música “Para mim, você’, que descreve um amor tão completo e tal intenso que vai te fazer querer amar também.

O cantor Liniker tem feito cada vez mais sucesso, sua banda, seu talento e tudo o que ele representa tomaram conta da internet e agora enchem casas de show. Atualmente é possível encontrar várias de suas músicas online (ele tem EP e uma álbum lançados), mas quando o conheci não havia muito mais do que um punhado de vídeos no YouTube. Eu poderia escolher para essa lista qualquer um dos seus hits mais atuais, mas fiz a escolha óbvia e coloquei ‘Zero’ (de seu EP, Cru) aqui. O motivo é simples: Eu nunca esqueço de como me senti na primeira vez em que ouvi essa música.

Sou completamente apaixonada pela Ana Muller, essa menina poderia cantar a lista telefônica que soaria lindo,´é  difícil resistir a delicadeza de sua voz e de sua música. A cantora – de Vitória – ES – tem seu projeto musical atual descrito como algo descompromissado, introspectivo e experimental, características fáceis de perceber em suas músicas. Escolhi para essa lista a música que eu acho que mais ouvi desde que conheci seu trabalho.

 

Acreditem ou não, é totalmente por acaso que todas as músicas nesta lista são nacionais!

Agora me digam, o que vocês têm ouvido?

 

*imagem e vídeo: reprodução

 

 

 

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

Terapia da beleza

Há alguns dias atrás, num momento de desânimo em que eu estava me arrastando pelos cantos de um jeito que nem sapato novo resolveria, decidi juntar alguns produtinhos que ainda não tinha testado e me distrair com o que mais amo: maquiagem. Acabei fazendo uma make completa e compartilhei o processo no Snapchat, no final o humor já tinha melhorado e eu recebi um monte de mensagens com elogios e carinho.

Dia 1

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Foi tão bacana que acabou rolando de novo e de novo, teve até make inspirado na Siouxsie Sioux!

Dia 2

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Siouxsie Inspired

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A Terapia da beleza não tem hora marcada e eu nem sei se é algo que quero manter como parte do nosso conteúdo, até porque a parte mais legal é ser espontâneo. Quem irá me dizer se devo ou não continuar são vocês!

Mas eu devo dizer que é terapêutico mesmo, me ajuda a relaxar e esquecer um pouco da vida que anda tão complicada ultimamente. Acho que funciona tão bem por ser um momento totalmente dedicado a mim mesma, e nem tem a ver com beleza (até porque eu nunca uso a maquiagem depois, só faço algumas fotos e depois lavo o rosto).

Ainda estamos em janeiro e já tenho certeza que maquiagem vai ser MUITO presente n’O cabide esse ano. No começo de janeiro eu falei sobre como eu achava que em 2016 O Cabide seria ainda mais uma extensão de mim e eu acho que falarmos mais sobre maquiagem é um reflexo disso.

 

Não esqueça de adicionar O Cabide no Snapchat!

snapcode

Tire um foto do ícone acima com o aplicativo do Snapchat ou nos adicione pelo nome: ocabide.

Geralmente eu aviso que vai rolar Terapia da beleza lá no Twitter (@ocabide), um pouco antes de começar. Vocês gostariam que avisasse em alguma outra rede social?

 

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

Casa em ordem

Vocês devem ter reparado que o blog, e até as nossas redes sociais, tem andado com poucas postagens. Tive que me afastar de algumas atividades por motivos profissionais e logo depois por motivos de saúde. Estou tentando organizar alguns outros projetos e com o tempo produtivo reduzido ao mínimo por causa da minha saúde, quem acabou sendo sacrificado foi O Cabide. Justo agora que tem tanta coisa legal começando a rolar!

O Cabide TV

Pois é, o nosso canal no YouTube acabou de nascer, e eu estou empolgadíssima para encher ele de conteúdo bacana. Vai levar algum tempo, pois quero todo o conteúdo preparado com muito carinho, mas principalmente, com muito embasamento. Tenho muitas ideias para dividir com vocês, acho que esse novo espaço vai acabar criando um novo elo entre nós. Fora isso, estou preparando o maior sorteio da história do blog para a comemoração da estreia do canal, queria ter conseguido me organizar melhor para que isso já tivesse acontecido, mas tudo em sua hora, certo? Então, fiquem ligados no canal pois em breve teremos novidades por lá!

Queria muito falar um pouco com vocês sobre as postagens dos croquis. Gente, se vocês me falassem um dia que tantos de vocês iriam participar eu não acreditaria, e o número só aumenta. Recebo centenas de croquis por email, inbox na página, publicação na página, imagem em comentários no Facebook, direct message, marcação em fotos, e qualquer outra forma que vocês encontram de me enviar seus trabalhos. Diariamente falo com cabideiros que querem, de alguma forma, me mostrar os seus trabalhos. E eu acho isso MARAVILHOSO!!!

Temos planos de criar um espaço mais organizado para vocês aqui no O Cabide, mas isso levará algum tempo, infelizmente. Por enquanto continuaremos como estamos e, se você tem dúvidas sobre como funcionam as postagens e porque as vezes demora tanto para o seu croqui ser postado, vou aproveitar esse post para explicar um pouco sobre isso também:

Quando eu percebi que receberia muito mais do que um croqui por dia, aliás, quando percebi que teria muito mais do que um croqui por dia para postar, criei um sistema, o mais simples de todos para ser sincera. Eu posto os croquis na ordem em que eles chegam até mim, tento ser o mais justa possível pois nem todos os croquis chegam através de uma caixa de entrada onde posso verificar a data e até a hora em que o recebi. Portanto, se recebo um croqui através de uma marcação ou direct message, por exemplo, eu faço um print da tela assim que recebo a notificação para que fique gravado o recebimento.

Dito isso, quero que saibam que todos os croquis enviados até a data de hoje estão organizados e prontos para postagem, porém, são MUITOS (mais do que o normal). Mesmo aumentando o número de postagens diárias não consegui diminuir a lista de croquis que aguardam postagem. Mas se você enviou um croqui, não desanime! E quem ainda não enviou, continue mandando, vai demorar um pouquinho, mas vamos postar, com toda certeza!

E vocês sabem que além de postar na página, nós postamos no Instagram também, né? As postagens do Instagram não estão sincronizadas com as da página, pois lá eu comecei a postar bem depois, mas vou dar um jeito nisso, tá?

Eu pensei em começar a postar os croquis de vocês no nosso Tumblr também, o que vocês acham?

Uma outra coisa que eu sempre repito e vou dizer aqui novamente. Eu nunca deixo de postar nenhum croqui. Não importa qual é a sua escolaridade, se você estuda moda ou não, se você sabe ou não desenhar, se você está aprendendo ou é um profissional. Eu não escolho croquis, eu sinto um prazer imenso em receber tudo o que vocês me enviam e abri esse espaço para que todos pudessem ter seus trabalhos postados, sem exceção. Só peço para que todos mantenham o bom senso, não enviem trabalhos de outras pessoas como se fossem seus, respeitem o trabalho alheio e o direito de propriedade intelectual. Eu digo isso porque é minha obrigação dizer, nós nunca tivemos uma situação como essa. Aliás, nunca tivemos nenhum tipo de climão relacionado aos croquis, nenhum xingamento, crítica ofensiva ou qualquer tipo de brigas. Meus cabideiros são muito finos! <3

Eu tenho uma última coisa para contar para vocês, trata-se de uma novidade muito boa! Teremos uma nova colaboradora que vem para abrir um pouco nossas mentes cabideiras. Um estilista, designer, produtor, seja qual for a carreira que você pretende seguir (pode até não ser uma carreira no mercado da moda), precisa ter um bom repertório. E eu aprendi na faculdade, a mesma que financiei e continuo pagando 5 anos após ter me formado, que não era lá que eu criaria meu. Eu queria que O Cabide fosse capaz de incrementar o repertório de vocês de todas as formas possíveis, mas eu também acho que um repertório totalmente baseado em moda não serve para nada, então nos aventuraremos em novas águas.

Jessica Lopes

Nossa nova colaboradora, Jessica Lopes, é formada em moda sim, mas aqui ela vai falar sobre literatura, sobre a paixão pela leitura, sobre personagens, autores e sobre como é bom poder parar o mundo todo para viver em um outro, feito de papel e letras.

Sua primeira coluna chega em breve, estou super ansiosa e vocês também deveriam ficar!

Daqui para a frente as coisas devem voltar ao normal, obrigada por continuarem conosco, mesmo nessas épocas mais difíceis, vocês são os melhores leitores que uma blogueira poderia ter! <3

Até breve!

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

O Cabide TV

Já há alguns dias estamos nos preparando para mostrar essa surpresa para vocês. O primeiro vídeo no nosso canal no YouTube!!!

Estamos super animados com as possibilidades que o uso de uma nova mídia pode oferecer na forma como trazemos conteúdo para nossos leitores. Falar sobre livros e ilustração vai ganhar todo um novo espectro e vai mudar completamente a forma como vocês interagem com a gente.

O Cabide TV

Fazer vídeos não é algo que acontece do dia para noite, você precisa do equipamento, depois precisa aprender a usar o equipamento e ainda tem que aprender a editar os vídeos. Afinal, nós queremos apresentar um conteúdo de qualidade lá no canal também.

E mesmo nos preparando para criar conteúdo para o canal eu pensei que a Casa de Criadores seria a ocasião perfeita para convidarmos um colaborador e fazer do nosso primeiro vídeo algo ainda mais especial

Eu já conhecia o trabalho do Luis Alessio por causa da série de episódios que ele gravou para a banda Tio Che, que tem o ator global Sérgio Guizé como guitarrista e vocalista. Quando eu pensei em cobrir a Casa de Criadores para o canal o nome dele foi o primeiro que pensei e fiquei super feliz por ele ter topado.

Além das imagens que captou para esse vídeo ele também fez algumas fotos bem bacanas de alguns desfiles, você pode ver algumas dessas fotos no post “Croquis da Casa de Criadores”.

A colaboração foi inédita para ambos, era nossa primeira vez fazendo vídeo e a primeira vez dele fazendo conteúdo de moda. Mas eu tenho quase certeza de que essa colaboração foi um total sucesso, para ter certeza mesmo só falta a aprovação de vocês!

Aguardem pois, muitas novidades relacionadas ao canal estão chegando!

O que vocês gostariam de ver por lá?

*imagem e vídeo: O Cabide e Luis Alessio

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.