O vestido mágico

Ontem aconteceu em Nova Iorque o badalado Met Gala, evento beneficente organizado por Anna Wintour, que doa o lucro dos convites para o Metropolitan Museum of Art’s Costume Institute.

Neste ano, o tema do baile foi Manus x Machina: Moda na era da tecnologia, e provavelmente o vestido que o melhor retratou foi o escolhido por Claire Danes.

No red carpet o belo vestido azul claro de Zac Posen fez com que a atriz parecesse uma Cinderella moderna, mas o look guardava uma surpresa.

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O vestido era completamente iluminado e brilhava no escuro! Feito em uma organza tecida com fibra ótica e com 30 mini baterias escondidas no forro o vestido acendia, o efeito não apareceu no red capert mas o estilista fez alguns registros mostrando o resultado final:

Um vídeo publicado por @zacposen em

Uma foto publicada por @zacposen em

Esse é um ótimo retrato da maneira experimental como o estilista aborda a moda.  Zac Posen declarou: “Nós fizemos o tecido sob medida, porque eu queria algo que tivesse uma certa transparência, e que conseguisse parecer iluminado”.

E ainda que o destaque do vestido fosse a iluminação, não podemos deixar de notar a dedicação do estilista para outros detalhes, como o corte, o caimento e até o acabamento sem costura, que faz o vestido parecer ainda mais estatuesco.

 

Incrível, não?

 

*fotos: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

A moda evoluindo

Em 2007 o genial estilista Hussein Chalayan desfilou em Paris uma coleção primavera/verão que reconstruiria a história da moda mudando-a para sempre. No encerramento deste desfile, seis looks ultra modernos surgiram na passarela, os vestidos se movimentavam, transformando-se sozinhos, ato possível por conta do uso da tecnologia em seu desenvolvimento.
Hussein Chalayan

Hussein Chalayan

O primeiro vestido era uma indumentária de 1906, que se transformava em algo vindo de 1916 e depois em 1926. Assim ela acabou com um vestidinho flapper dos anos 1920.

O próximo vestido era de 1926 e evoluía para 1936 até 1946.

O último vestido passeava entre 1986, 1996 até 2007.
Hussein Chalayan
Por baixo de cada saia um sistema desenhado pela empresa 2D3D faziam com que as roupas se movimentassem, subindo as barras ou prendendo a linha do busto nas costas das modelos, fechando ou abrindo zíperes.

Você pode ter uma idéia de como funcionava esses mecanismos assistindo ao vídeo de seu desenvolvimento. (clique aqui)

E eu altamente recomendo que vocês vejam o desfile completo! É simplesmente mágico!

Vale lembrar que em meados de 2009 quando Lady Gaga se tornava um ícone pop, famosa pelo estilo criado por seu stylist Nicholas Formichetti, apareceu usando um “Vestido Bolha” idêntico ao que foi exibido nesta coleção de Chalayan, e que fazia parte do figurino permanente da sua Fame Ball Tour. O plágio foi descarado e causou polêmica, era o momento em que Gaga dizia incansavelmente em entrevistas e durante os shows o quanto ela era “única” e “original”.

Hussein Chalayan

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

Os símbolos das etiquetas de cuidados têxteis

Símbolos das etiquetas

Você sabe traduzir os símbolos desenhados nas etiquetas com instrução de lavagem? Eles são extremamente importantes para entendermos como conservar os tecidos e, consequentemente, como dar maior durabilidade as roupas, pois cada tipo de fibra ou acabamento requer cuidados especiais.

Estes símbolos devem obrigatoriamente aparecer em todas as etiquetas de todas as peças de roupas, eles são universais e foram criados em 1975 pela Associação Internacional para Etiquetagem de Cuidados Têxteis, sediada em Paris. Os sinais são protegidos internacionalmente, seu uso é obrigatório e são registrados na Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Servem para orientar o consumidor na lavagem roupas, toalhas, lençóis, etc. A simbologia, apesar de universal, não é simples e o consumidor pode facilmente ignorá-los ou confundi-los. No entanto eles devem estar lá, estes símbolos são a garantia de que a manutenção e preservação das peças serão adequadas e que quem consome a moda poderá usufruir do produto adquirido por muito tempo.

O profissional de moda deve conhecer todos eles, afinal, quando se cria uma peça de roupa é preciso considerar a durabilidade e qualidade de sua criação.

Símbolos das etiquetas

*Para ver a imagem ampliada clique aqui.

Os símbolos são muitos, mas uma vez estudados, fica mais fácil memorizá-los, compreendê-los e por fim colocar as instruções em prática, tanto na hora de preencher a ficha técnica, quanto na hora de lavar suas peças.

*imagem: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

Devora-me

Devorê

Sabe aquela malha meio podrinha ou com estampas em baixo relevo quase transparentes?

Isso é devorê.

Nessa técnica, o tecido precisa ser próprio para devorê, a fim de não fazer buracos na roupa por ser um produto que em temperatura, devora o algodão. Normalmente o que se usa é uma composição de meio a meio entre fio sintético e algodão, numa mistura intima. Os resultados são muito bonitos deixando o desenho somente na fibra sintética e ficando transparente na maior parte das vezes.

Normalmente esse processo inclui celulose protéica ou fibras sintéticas de celulose compostas especialmente desenvolvidas para este fim. Esse material celulósico pode vir de fibras como algodão, linho, viscose a partir de misturas compostas.

Os padrões são impressos com produtos corrosivos que destroem as fibras celulósicas deixando incólumes as de origem animal ou sintéticas. Assim formam-se as transparências e relevos.

*imagem: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

Sem celulite

Aqueles furinhos indesejáveis, que todas nós odiamos, a famosa celulite, agora temos uma aliada, a meia-calça Sigvaris Sculptor,  que combate a celulite, com apensas seis horas diárias de uso.

Sigvaris Sculptor

É uma meia-calça anticelulite, que une a tradicional terapia da compressão Sigvaris com o inovador fio de poliamida Emana, fabricado pela Rhodia.

Aliando beleza, saúde e conforto ao toque suave da microfibra, comprovadamente melhora a microcirculação local, aumenta a elasticidade da pele e reduz os sinais da celulite.
Os cristais bioativos do fio Emana absorvem o calor do corpo devolvendo-o em forma de raios infravermelhos longos. A interação entre o infravermelho longo e o corpo estimula a microcirculação sanguínea, auxiliando no combate à celulite.
 Sigvaris Sculptor
• Design anatômico modela uma silhueta atraente.
• Maior concentração do fio Emana® nos glúteos e superior das coxas.
• Compressão graduada melhora a circulação sanguínea.
• Única meia-calça com compressão graduada anticelulite com registro na ANVISA.
Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.