A Converse modificou o design do clássico Chuck Taylor All Star depois de 98 anos

É muito provável que você, durante sua infância/adolescência, usou e abusou dos clássicos tênis All Star. E, se você é como eu, continua usando mesmo depois de adulto (quase 31 anos nas costas e uso pra sair, pra jogar bola, pra trabalhar, até mesmo pra casar! Veja a imagem abaixo na qual estou no centro, de calças pretas, e meus padrinhos ao meu lado, todos devidamente trajados de Converse Chuck Taylor All Star no dia do casório).

Pequena aulinha de história aqui. A Converse, tradicional fabricante de tênis norte-americano, fundada em 1908, criou em 1917 a linha Chuck Taylor All Star tentando padronizar os calçados utilizados em jogos de basquete. Pra quem se pergunta que foi Chuck Taylor, segue: Charles “Chuck” Hollis Taylor foi um jogador de basquete. Tcha-nãããããn… Chuck Taylor era apaixonado pelos tênis da Converse e os promoveu até o final de sua carreira como jogador. Enfim, o fato é que a Converse lançou o modelo em 1917 e até hoje o manteve com o design geral intacto, modificando apenas cores e diversas padronagens com estampas e séries especiais ao longo do tempo.

Mas o que muita gente não sabe é que a Converse declarou falência em 2003 e foi comprada pela Nike. Então, sem essa compra, os tênis que você usou durante boa parte da sua adolescência sequer existiriam hoje em dia. Com isso na cabeça, continuemos.

Alguns de vocês talvez considerem a atitude de mexer no design de algo tão clássico e atemporal um sacrilégio, tal como uma mudança da fórmula clássica da Coca-Cola ou abaixar os braços da estátua do Cristo Redentor. Mas depois de 98 anos, a Converse está atualizando o já icônico e sempre moderno Chuck Taylor All Star – ou apenas All Star para nós, brasileiros. Por fora, ele é praticamente idêntico ao original; mas por dentro, o Chuck II (que não é a continuação do filme do brinquedo assassino) é muito mais confortável para os seus pés.

Por sorte, a Nike não mexeu muito no design do calçado desde a compra da Converse. E além disso, o Chuck II soa como o melhor dos dois mundos: o estilo clássico da Converse somado à tecnologia avançada da Nike mirando o conforto dos seus pés. E como ele ficou? Veja abaixo.

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A maior novidade do Chuck II (o nome oficial do modelo) é a inclusão de um material chamado Lunarlon. Desenvolvido pela Nike, esse produto de nome estranho é uma espuma bem leve e elástica que a Nike já usa em seus tênis de corrida e basquete, e que agora será incorporado na sola de borracha dos Chuck II.

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A Nike alterou também alguns pequenos detalhes no design do Chuck II, incluindo uma lingueta não escorregadia e um forro de camurça perfurado — visível na imagem acima — que ajuda na respiração do seu pé. Isso quer dizer que (teoricamente) os seus pés não vão transpirar tanto quanto antes e seu chulé deverá ser mais moderado também.

Mesmo assim vai ser difícil para a maioria das pessoas perceberem as diferenças entre o clássico Chuck Taylor All Star e o Chuck II — exceto pelo preço. As versões de cano baixo e de cano alto do Chuck II serão vendidas por US$ 15 a mais que as versões originais — US$ 70 e US$ 75, respectivamente. Os primeiros modelos chegam ao mercado americano na próxima terça-feira (28/07/15) nas cores preta, vermelha, azul e branca.

*imagens: reprodução

É publicitário, gestor estratégico e ambiental, empresário, marido, dono de 3 gatos e editor do O Que Não Mata, Engorda. Apaixonado por música, cinema, literatura, automobilismo e ótimos papos com os amigos.

Comprando na Bleudame

Não foram poucas as vezes que eu elogiei os óculos de alguém e eles eram da BleuDame. Parece que todo mundo que eu conheço já comprou pelo menos um par nessa loja.

Eu adquiro novas armações ou as troco anualmente, mas nunca comprei óculos sem antes experimentar. Eu sou míope e uso lentes corretivas desde os cinco anos, já considerei lentes de contato, mas meus olhos rejeitaram com uma espécie de reação alérgica.

No geral, eu não me importo de usar óculos, mesmo que seja em tempo integral. Eu acho bonito e acho que combina com a minha personalidade, o estilo é fácil garantir, hoje em dia tem armações de todos os tipos, mas para garantir o conforto (extremamente importante para o uso contínuo da armação) eu sempre queria experimentar. Eu já comprei óculos online, uma armação linda da Absurda, mas eu já tinha experimentado o modelo em uma ótica.

Esse ano eu tive dificuldade em escolher uma nova armação, nada me agradava. Sabendo que correria o risco de não adaptar com nenhuma armação decidi comprar na BleuDame.

Eu demorei mais de duas horas para escolher meus modelos preferidos, são muitas as opções e o preço é muito acessível. Por causa disso acabei comprando duas armações, assim o risco de eu não me adaptar seria menor.

Acabei escolhendo o modelo Ashlee na cor plum (ameixa) – que custou $9,80, e o modelo Nico na cor tortoise (tartaruga) – que custou $11,80 além do frete que custou $9,95, eu paguei a compra através do Paypal. Os óculos demoraram um mês para chegar e infelizmente eu fui taxada no valor de R$52,95 mais a taxa dos Correios (R$12,00), mesmo assim, quando vi os óculos de perto vi que gastei pouco.

BleuDame

BleuDame

Modelo Ashlee

BleuDame

BleuDame

Modelo Nico

As armações possuem proteção UV e são polidas  à mão, tem uma qualidade excelente e serviram no meu rosto como uma luva, fiquei super feliz!

Ao todo, eu gastei R$171,23, e valeu a pena, principalmente se considerarmos o fato de que se trata de dois óculos.

A qualidade das armações é comparável com a qualidade de todos os outros óculos que tenho e paguei mais do que o dobro desse valor. Fiquem atentos no serviço da ótica que você escolher para fazer as suas lentes de grau, eles devem ser delicados para evitar bolhas ou craquelamento na cor da sua armação. Os parafusos das hastes podem vir um pouco apertados, peça para que o ajuste seja feito enquanto você estiver por lá. Essas precauções devem ser tomadas com qualquer armação que você compre fora a da ótica que você escolheu para fazer suas lentes.

Eu escolhi as armações com base no costumo usar e sei que funciona para o meu rosto e para o meu estilo, mas escolher óculos é complicado então aqui vão algumas dicas para você escolher o melhor modelo para o seu tipo rosto:

BleuDame

Se você tem traços delicados precisará escolher uma armação para combinar com o seu rosto (como o modelo Ava);

Um rosto grande pode usar armações mais imponentes (como o modelo Blakely);

No caso do rosto é quadrado escolha óculos redondos ou ovalados (como o modelo Diane);

Em rostos redondos ficam bem as armações quadradas ou retangulares (como o modelo Jude);

Rostos triangulares ficam bem modelos do tipo Aviador (como o Fran);

E os rostos ovais, como o meu, vale investir em óculos redondos, tanto quanto em modelos retangulares (como o Coventry).

É claro que nada disso é regra, se você conhece seu rosto e sabe o que fica melhor em você, esse fator deverá prevalecer.

Já estou usando meus óculos novos, não sei ainda qual é meu preferido, achei ambos lindíssimos e super leves, com certeza pretendo comprar outras armações por lá.

UPDATE: Precisei ajustar as armações e tive uma surpresa bem desagradável, nenhuma das hastes dos meus dois óculos tem algo chamado agulha, isso as torna extremamente frágeis e nada maleáveis. Além disso os óculos são de plástico puro, o que torna qualquer ajuste que dependa do calor impossível, já que eles podem derreter no processo. Agora eu tenho um óculos muito bonito que me machuca muito e outro tão bonito quanto que está levemente torto e está me enlouquecendo! Resultado: Vou comprar outros óculos.

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

Resumo da semana – #2

Preparados para os babados da semana?

Vem comigo!

Não é segredo que amamos fazer comprinhas quando viajamos para outros países, mas aparentemente temos nos superado! No ano passado brasileiros trouxeram o equivalente a R$12 bilhões de reais dentro das malas. http://bit.ly/1C38I0t

A cultuada marca Chanel estuda diminuir o preço dos seus produtos aqui no Brasil, além disso mostra interesse em vender alta costura em terras tupiniquins. http://bit.ly/1yiNe2d

Júlia Petit - MAC

Uma das notícias mais empolgantes para as amantes de maquiagem foi a de que Júlia Petit lançará até o ano passado sua própria coleção com a MAC. http://bit.ly/ZTRQOo

Collins - trabalho escravo

A marca Collins foi considerada culpada por trabalho escravo, o caso foi registrado em um de seus fornecedores e a marca foi acusada de responsabilidade solidária: http://abr.ai/1qA4rvk

De acordo com pesquisa realizada anualmente pelo IBGE, o varejo de moda é o que mais emprega brasileiros. http://bit.ly/1qA7tQh

SPFW divulga calendário para a temporada de Inverno/2015. http://bit.ly/1yiQZEZ

Donatella Official Versace e Stella McCartney virão ao Brasil para lançar as coleções que assinam para as Riachuelo e C&A, respectivamente. http://glo.bo/1q9YlCs

Alpargatas assume controle da Osklen. http://abr.ai/1q9YG8k

Hering

A Hering relançou antigos clássicos da marca e trocou sua identidade visual. http://bit.ly/1q9YZQv

Bom final de semana, cabideiros!

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

Tá barato?

A economia em outros países começa a ficar cada vez mais preocupante, e isso nos afeta de várias maneiras.

No entanto, o Brasil tem encontrado alguns benefícios na queda do poder aquisitivo europeu e americano. Isso porque temos recebido cada vez mais artistas internacionais para shows e até para publicidade, franquias desembarcam no país e cada vez mais nos vemos consumindo produtos que antes só adquiríamos durante viagens.

M.A.C

A M.A.C. já está aqui no Brasil há algum tempo, desde 2002, vendida em multimarcas e em lojas oficiais. Agora também temos a Sephora, e com isso várias outras marcas que não eram vendidas por aqui se tornarão disponíveis.

Isso tudo é ótimo, nós queríamos consumir esses produtos, é bom que as marcas estejam de olho no nosso mercado.

Infelizmente, como já era de se esperar, os preços desses produtos que tanto amamos só sobem, e fica cada vez mais interessante viajar para fazer umas comprinhas, afinal, nosso poder aquisitivo mudou, mas não somos bobos, já percebemos que ter alguns desses produtos aqui vale menos a pena a cada dia que passa.

Algumas marcas já perceberam isso, a já fencionada M.A.C por exemplo, baixou os preços dos seus produtos, essa semana, afirmando que o objetivo era se tornar mais competitiva.

Os batons que amamos tanto baixaram R$13, os desejados Ruby Woo e Russian Red agora custam R$66, antes custavam R$79.

Pois bem, a queda de preço é ótima, mas como eu disse, não somos bobos. Quando eu comecei a comprar M.A.C pagava R$69 nos batons. Essa queda de preços que a marca apresentou essa semana não chega a ser necessariamente vantajosa.

M.A.C

A Folha fez a seguinte comparação: “O preço não soa tão absurdo se postos ao lado dos R$43 cobrados pela nacional Contém 1g, ou dos R$59 pedidos pela L’Oreal, e R$47,90, pela Revlon. Os dois últimos marcas importadas que estão há mais tempo no Brasil.”

Eu vejo assim, a M.A.C baixou os preços, e isso é ótimo, mas a marca não está fazendo um favor a ninguém, se fossemos considerar o preço dos produtos quando a marca chegou no país, há pouco mais de uma década, dava para ficar um pouquinho mais barato, e isso pouco depende do preço das concorrentes.

Eu fui lá no site da M.A.C eu vi o valor do batom e fiz umas contas, bem rasas, afinal não manjo do assunto:

No site da própria M.A.C os batons custam $15. No dia em que escrevi esse post o dólar fechou a $2,59, somando o ICMS (com todos os impostos que estão em seu cálculo de base) o batom custaria mais ou menos R$54, 96!

Então fica aquela interrogação, por que o preço do produto importado é tão alto no Brasil? A ideia desse post era questionar a marca, questionar os preços, questionar o produto e tudo mais!

M.A.C

O final desse post já estava escrito, deletei uns 3 parágrafos e mudei tudo. Por que eu falei do ICMS com um embasamento muito raso, então achei que era melhor dar mais uma pesquisada e dar a informação completa para vocês.

Acabei pesquisando sobre impostos como um todo, e o resultado é que, é verdade, os produtos da M.A.C são muito caros, muito mais do que deveriam ser, mas a quantidade de impostos que uma empresa paga para distribuir seus produtos por aqui é surreal, vários impostos são pagos duas vezes, um em cima do outro, num cálculo absurdo (chamado tributação em cascata)!

O Brasil precisa proteger a indústria nacional? Com certeza.

Mas isso deveria ser inconstitucional!

Se o caminho certo fosse dificultar a entrada dos produtos tornando-os mais caros, o consumo de importados diminuiria, e não aumentaria. E aí, me diga? Para onde é que essa grana vai?

Para entender meu raciocínio recomendo ler:

País bate recorde em importação de cosméticos

Destrinchando a tributação de produtos importados

Impostos deixam a “beleza feminina” 51% mais cara

Sephora estreia no Brasil

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

Sa-Sato

A Sabrina Sato, em parceria com a Yes! Cosmetics tá lançando uma linha de produtinhos de make e body mix.

Sabrina Sato

Sabrina Sato

Sabrina Sato

Absolutamente amei o precinho digno e a cartela de cores dos batons. Mas morri de decepção com as fotos de divulgação que não favorecem em nada a beleza da “japa” mais amada da TV brasileira.

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.