Editorial sombrio

Fazia tempo que não postava algo aqui no Porta Retrato, e para tirar a poeira da sessão onde penduramos editoriais de moda do mundo todo, decidi postar algo que tivesse a cara da Halloween que se aproxima.

Essa série de fotos tem como estrela a obscura modelo Meluxine fotografada de forma assustadoramente linda por Peter Coulson.

As fotos são todas em preto e branco e um glamour sombrio foi dado à modelo.

Para os looks foram utilizados um vestido de noiva e véus da loja australiana Montage.  O vestido escolhido é um modelo de 150 anos de idade, que se soma a ilusão de que a modelo está morta há muitos anos.

Dá uma olhada:

Meluxine - Peter Coulson

Meluxine - Peter Coulson

Meluxine - Peter Coulson

Meluxine - Peter Coulson

Meluxine - Peter Coulson

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

O vestido de noiva de Angelina Jolie

Após nove anos de relacionamento e 6 filhos lindos, Angelina Jolie e Brad Pitt decidiram trocar votos oficialmente. O casal se casou no dia 23 de agosto, numa cerimônia íntima para 20 convidados, na capela Château Miraval, na vila francesa de Correns.

Para o vestido, que inevitavelmente sempre é foco de todo casamento, a noiva usou uma criação de Luigi Massi, da Atelier Versace. O modelo era todo feito de cetim de seda branco com um drapeado no busto e uma longa cauda enfeitada por desenhos bordados feitos pelos seus filhos, que também foram reproduzidos no véu.
Para a Revista People Jolie revelou: “Luigi é como família para mim e eu não podia imaginar nenhuma outra pessoa para fazer esse vestido. Ele adora as crianças e o processo foi uma grande diversão”.
Confira fotos da noiva:

O vestido de noiva de Angelina Jolie

O vestido de noiva de Angelina Jolie

E o croqui:

O vestido de noiva de Angelina Jolie

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

A história do vestido de noiva

Francoise-Marie Bourbon

*Francoise-Marie Bourbon, 1692

Sofia Magdalena

*Sofia Magdalena, 1766

Em Portugal o vestido de noiva já foi negro, assim como o traje de noiva do Minho. Foi a partir do século XVIII que, no Ocidente, o vestido passou a ser branco, simbolizando a pureza e a virtude da noiva, de forma a imitar a moda da Antiguidade clássica, grega e romana.

Até ao século XIX, a maior parte dos vestidos tinha cores diversas, a pensar nas utilizações posteriores. Geralmente, as cores usadas eram em tons de pastel. Também já foi costume a noiva usar o vestido tradicional da região onde mora ou o vestido da mãe, um hábito que está sendo restituído atualmente. Portanto o vestido de noiva como o conhecemos tem uma história relativamente recente.

Princesa Charlotte

*Princesa Charlotte, 1816

Só no século XX, nos anos 30, o branco foi adotado por todas as classes sociais.

O vestido de noiva e o véu têm evoluído ao longo dos tempos, em conformidade com os padrões de moda de cada época. As alterações variam no tamanho, nas conjugações de cores mais suaves, mas não só. Tudo é possível e ditado pela criatividade dos mais ousados. 

Rainha Vitória

*Rainha Vitória, 1840

A história do vestido está ligada à própria origem do casamento, que surgiu com o objetivo de legalizar uma unidade familiar, seja para a legitimação dos filhos e da herança, o estabelecimento de alianças entre famílias e clãs ou a reunião e troca de bens e riquezas. Para alguns povos o casamento era um ato mais comercial que de amor. Durante muito tempo, e por sua importância socioeconômica, foi considerado impróprio deixar os corações falarem mais alto.

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.