Moda surreal

Estará em cartaz na OCA até o dia 02/11, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo , uma exposição com o trabalho do fotógrafo Miles Aldridge. A exposição “Dazzling Beauty” foi criada pelo próprio fotógrafo em 2013.

Miles é considerado um dos fotógrafos mais importantes da história da moda, ficou conhecido pela surrealidade de suas imagens, compostas por modelos em poses inusitadas e cores saturadas.

Na mostra será possível conferir algumas de suas fotografias mais famosas. O fotógrafo é londrino e começou sua carreira fotografando capas para a revista W, na sequência trabalhou para  Numéro, Teen Vogue, Vogue Nippon, The New York Times Magazine, GQ, The New Yorker, The Face, Paradis e Harper’s Bazaar. Por muitos anos foi um colaborador assíduo da Vogue Itália que o levou a construir uma amizade sólida com Franca Sozzani, editora chefe da publicação.

Seu trabalho é influenciado por diretores de filmes como Derek Jarman, David Lynch, Federico Fellini, Antonioni, pelo fotógrafo Richard Avedon e pelo design gráfico psicodélico do seu pai, Alan Aldridge.

 

A exposição acontece em paralelo ao SPFW, coincidindo perfeitamente com uma celebração da moda!

Serviço:

Oca do Ibirapuera

Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n – Parque do Ibirapuera
Parque Ibirapuera – Sul
São Paulo

Ver no mapa

  • de 16/10 a 02/11 – Terças, Quartas, Quintas, Sextas, Sábados e Domingos das 09:00 às 17:00
Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

Art In Hostel – Exposições artísticas, Música ao Vivo, Dj, Gastronomia, Moda, Cultura e Lazer

Quando você tem amigos talentosos fazendo coisas lindas o mínimo a se fazer é abrir um espacinho no seu blog para divulgar esse trabalho, né?

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Esse é o caso da Pam, nós temos uma amiga em comum, mas nos conhecemos por causa do O Cabide. Ao longo dos anos acompanhei a jornada dessa gata toda tatuada no mundo da costura, de vestidinhos e bolsas até toys super fofos feitos em tecido., que o trabalho que ela vai apresentar na feira Art in Hostel e que O Cabide convida todos vocês a visitar!

O evento vai ser super bacana e além do trabalho lindinho da Pam vai ter mais um monte de coisa linda e gostosa para curtir. ?

Sobre o evento:
O Art In Hostel chega à sua terceira edição com muitas novidades e ainda mais atrações. O projeto itinerante reúne música ao vivo, exposições artísticas, moda, gastronomia e Djs.

Criando uma interação e dialogando com as diferentes vertentes artísticas, o Art In Hostel é uma ótima opção de cultura e lazer. Não perca essa edição que acontecerá no Nômade in Arte e Hostel, dia 24 de Outubro, sábado, a partir das 14h.

**Exposições
Elementar Cotidiano | Os Quadrinhos | Fernanda Cristina | Sinesthesia | Daniel Codespoti | Drandel

**Música
DJ Daniel Martins | Meu Nome é um Verbo | Da Silva | Offset | Dois no Duo | Daniel Codespoti

**Gastronomia
Mimo da Mami

**Moda
Schneider33 | Ateliê da Pam | Yagogo | Lola Glasses

**Artesanato
Elenir Trevisani

Nossa equipe do Art In Hostel assume como missão promover um circuito acessível a diferentes públicos e que agregue pluralidade em um único
dia de evento, permitindo que haja troca de experiências e informações.

Ficou curioso? Quer saber mais novidades? Tem sugestões? Então, fique ligado em nossas redes sociais:

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Facebook: /artinhostel
E-mail: contato@artinhostel.com.br

Apoio: Borne Amplificadores
Parceiros: Atlantis Produções | MKK WebRádio/TV | Geração Y

 

Conheça e curta o trabalho da Pam!

 

Você também faz um trabalho bacana e está precisando de uma força na divulgação? Manda um email pra gente!

ocabide@ocabide.com

 

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

Beleza selvagem

Savage Beauty, a esposição que mostra uma retrospectiva da carreira do estilista Alexander McQueen estreou em 2011, um ano após a morte do britânico.

A exibição foi organizada pelo Costume Institute  com curadoria de Andrew Bolton e Harold Koda. FOram exibidas peças do próprio ateliè do estilista e da casa de alta costura da Givenchy, assim como peças de coleções particulares. Seis galerias separadas por tema compunham a exibição: “The Romantic Mind” com alguns dos seus trabalhos mais antigos do ínicio da década de 1990; “Romantic Gothic and the Cabinet of Curiosities” que mostra sua exploração de temas góticos vitorianos; “Romantic Nationalism” que examinavam as identidades escocesa e britânica; “Romantic Exoticism” que examina as influencia não ocidentais em seus designs; “Romantic Primitivism” que mostra materiais naturais e designs orgânicos e “Romantic Naturalism” que tenta integrar temas da natureza com a tecnologia.

Fiz esse post para mostrar para vocês algumas das peças que estavam presentes na exibição que estava aberta em Londres até o mês de agosto desse ano:

 

A genialidade do trabalho de McQueen nunca vai deixar de me surpreender!

 

*imagens: reprodução

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A mania da crinolina

A crinolina, um dos itens mais estranhos da moda, apareceu no meio dos anos 1800 e é ocasionalmente usada até os dias de hoje. O post de hoje é ilustrado por fotografias e alguns do desenhos de uma série chamada Os mistérios da Crinolina, que critica essa elaborada moda vitoriana.

A palavra é uma combinação do termo “crin” — um material rígido feito  usando crina de cavalo – e do termo “linho”. Mas não era o tecido firme que dava para a crinolina sua extraordinária estrutura, eram os arcos que ficavam por baixo, feitos de ossos ou até metal, que davam forma a peça. A primeira patente para a crinolina de metal surgiu em 1856.

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A popularidade era tão grande – descrita pela revista Punch como “Crinolinomania” – que algumas fábricas de metal passaram a atender exclusivamente ao mercado responsável pela produção da peça, chegando a fazer até 3.000 peças por dia. Existiam lojas exclusivas para venda de crinolinas, mesmo que fosse um objeto muito difícil de usar.

Além de ser um alto risco de fogo, do final dos anos 1850 até o final dos anos 1860, cerca de 3.000 mulheres morreram na Inglaterra vítimas de incêndios causados por conta da crinolina.

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E a moda permanceu forte até essa época, sendo eventualmente substituída por ancas. Tem ressurgido periodicamente, mais notavelmente durante a Segunda Guerra Mundial, como parte do New Look de Christian Dior. Atualmente, a crinolina ainda é usada em ocasiões muito formais – particularmente como parte de vestidos de casamento.

Muitas dessas imagens podem ser encontradas n a exposição Photography: A Victorian Sensation Exhibition, o Museu Nacional da Escócia (12/Junho até 22/Nov, 2015), em Edimburgo.

 

via Mashable

*imagem: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

Moda no Masp

Depois de 20 anos o Masp passa por uma fase de renovação. Heitor Martins, empresário e novo presidente, pretende mudar a atual situação do museu (que inclui uma dívida de R$ 12 milhões), contando com o olhar do novo diretor artístico, Adriano Pedrosa, para aumentar o interesse dos frequentadores, através de uma nova conexão entre o presente e o futuro.

Pedrosa pretende deixar o acervo de moda mais acessível (que conta com 159 peças), por isso já está prevista uma exposição com parte da coleção do Masp. Serão expostas peças que fazem parte de um conjunto de 80 itens de um projeto desenvolvido pela Rhodia entre o fim dos anos 1960 e 70 com artistas plásticos e estilistas.

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Além disso a intenção em ampliar o acervo está evidente e outras exposições sobre indumentária devem acontecer em 2016.

Quem assumiu a curadoria do acervo de moda foi Patricia Carta, publisher da Harper’s Bazaar, confira sua entrevista ao FFW onde ela fala sobre a nova experiência.

 

*imagens: reprodução

**fonte

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.