Dia de beleza (em casa)

Já faz alguns dias que eu tenho me sentido meio pra baixo, a pressão do dia a dia tem feito eu me sentir insegura com tudo, inclusive minha aparência. E nesse ponto não se trata só de uma insegurança, eu realmente tenho me sentido feia.

Isso é horrível, eu tenho falado tanto de amor próprio e aceitação e de repente eu começo a me sentir dessa forma sobre a minha aparência? Eu sinceramente não sabia o que fazer para me sentir melhor, geralmente em situações como essa eu gasto dinheiro que eu não tenho com coisas que eu não preciso, mas dessa vez não rolou.

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No sábado eu estava no meu limite e decidi que precisava de um tempo, então decidi tirar a domingo para cuidar de mim, quem sabe assim autoestima não dava as caras novamente.

Meu dia de beleza começou com descanso, dormi até bem tarde, na sequência fiz uma refeição bem leve (evitar compulsões típicas de quando eu estou chateada por qualquer motivo faz eu me sentir mais em controle da minha vida, sabe?).

O próximo passo foi escolher alguma coisa gostosa para ouvir:

Comecei por uma limpeza de pele, eu já fiz um post falando sobre como faço limpezas de pele em casa, a única coisa que mudou foi o tipo de argila que eu uso. Atualmente tenho usado  argila preta, que tem enxofre na composição, para aumentar ainda mais o efeito cicatrizante. Eu uso a argila preta da marca Panizza, que você pode encontrar em lojas de produtos naturais, dentro e fora da Internet.

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Com a pele lisinha e hidratada (sério, eu adorei o resultado!) e decidi remodelar as sobrancelhas que eu estava deixando crescer há alguns dias.  Consegui mantê-las mais grossas e com um arco mais suave, inspirada nas maravilhosas sobrancelhas da Lora Arellano, maquiadora e dono da marca Melt MCosmetics. Minha sobrancelha não é tão cheia ou grossa, na verdade é bem falhada, mas eu a modelei de forma que tornaria o preenchimento mais natural e fiquei muito satisfeita com o resultado final.

 

 

O próximo item seriam as unhas das mão e dos pés, eu não tiro a cutícula então a hidratei, empurrei suavemente com ajuda dos meus produtos preferidos para unhas, o Cuticle Remover e o Cuticle Cream da Mavala. Escolhi a cor Red my lips da Sally Hansen que é o esmalte que eu mais tenho usado, usei o top coat vitrificado da Esmaltes Mohda que eu já tinha usado sozinho e gostado, mas por cima de outro esmalte dificulta a secagem, principalmente em dias mais quentes, daí acaba enchendo de bolinha, sabe? Depois dos pés e das mão fui cortar o cabelo, se você já segue O Cabide no Instagram (se não segue, deveria seguir!) já sabe que há alguns meses eu raspei todo o meu cabelo e tenho mantido assim desde então. Tô devendo um post sobre o porquê eu raspei o cabelo né? Vou providenciar em breve, prometo!  

 

Uma foto publicada por O Cabide (@ocabide) em

 

Encerrei o dia com um banho quente, depilação e  uma esfoliação corporal, seguidos de sofá, pudim de chocolate e Katy Perry no Rock in Rio.

Compartilhei um pouco desse dia cheio de mimos lá no nosso Snapchat, nos adicione: ocabide.

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Comecei a semana um pouco mais animadinha, deveria ter dias de beleza com mais frequência! ?

 

*imagens e vídeo: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

Resenha: TriAcnéal

Como vocês já sabem, eu estou lidando com problemas de pele há algum tempo, começando pela acne, que só consegui resolver tratando com remédio via oral. A dermatologista me receitou o Tetralysal, fiz um ciclo de 3 meses com o remédio e obtive excelentes resultados, mas fiquei com muitas marcas e muitas cicatrizes, principalmente porque a minha acne era do tipo cística, depois disso continuei com tratamentos tópicos para diminuir as manchas e melhorar a textura da pele.

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Para me livrar das cicatrizes o tratamento mais indicado seria o laser, mas eu ainda não aceitei a ideia por falta de condições financeiras (é um tratamento caríssimo que exige várias sessões) e por medo (existem riscos que envolvem inclusive mais manchas na pele).

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Então foquei mesmo nessa questão da textura da pele. Eu já não tinha mais nenhuma erupção significativa há algum tempo, mas as minhas glândulas ainda trabalhavam como se eu estivesse lidando ativamente com a acne, o que fez com que eu tivesse MUITOS cravos, pretos e brancos. Para isso a dermatologista indicou que eu fizesse limpezas de pele e continuasse usando filtros solares com fator alto de proteção, já que cravos podem ser causados pela exposição ao sol.

Criei uma rotina de cuidados com a pele mais tranquila, não fiz mais oils ou double cleansings, até porque a pele estava realmente melhorando. Não estava uma pele maravilhosa, mas estava muito melhor!

Até o dia que eu tive que alterar minha medicação diária (como já mencionei em um post anterior, sou bipolar e tomo Lítio), e aí tudo desandou de novo.

A acne deu as caras novamente. Eu fiquei PUTA DA VIDA! Como não era recomendável que eu tomasse medicações para tratar a acne novamente, pensei em adotar alguns velhos hábitos para espantar as espinhas.

Voltei a fazer double cleansings, passei a ser mais atenciosa com a frequência na troca das minhas toalhas de rosto e fronhas (que eu sempre acabo relaxando), passei a usar um tônico todos os dias (alterno entre o tônico sem álcool da Neutrogena e o adstringente anticravos da Clean&Clear) e aplico diariamente a pomada indicada pela dermatologista (Deriva C Micro).

Mas teve uma coisa que mudou tudo (ufa!) e melhorou muito a minha pele durante o último mês. Há algum tempo, andando pela farmácia em busca de um produto que não tinha nada a ver com esse (quem nunca?), me deparei com TriAcnéal da Avène, li a descrição e o produto me ganhou em “facilita a eliminação das imperfeições devido ao efeito “peeling” na superfície da pele”. Comprei, mas acabei deixando de lado porque estava priorizando o uso da pomada pela noite, horário em que é indicado usar o produto.

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Até o dia em que resolvi ler a bula toda e pensar em uma forma de aplicar o TriAcnéal na minha rotina. Acabei decidindo usar os dois juntos.

Com o tempo a minha pele foi cicatrizando e agora com mais ou menos um mês de uso só tenho vestígios de uma acne cística que surgiu antes de eu começar a usar o produto e uma outra espinha que apareceu hoje, mas que parecer ser do tipo comum, então deve sumir logo. As manchinhas pós espinha que geralmente são bem persistentes na minha pele estão sumindo bem rápido e eu não poderia estar mais satisfeita.

No site da marca você pode encontrar todos os dados do produto, inclusive composição, mas para deixar claro vou colocar aqui algumas das suas principais funções:

  • Graças ao ativo exclusivo A Effectiose®, regula a ação dos mediadores responsáveis pela hiperreatividade da pele.
  • Limita a formação das novas imperfeições e previne marcas residuais
  • Possui ação calmante e suavizante
  • Textura não oleosa com efeito matificante.

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E eu posso dizer com tranquilidade que o produto cumpre tudo o que promete e que foi uma agradável surpresa para alguém que estava morrendo de medo de ter que lidar com um pesadelo de novo.

Vou ficar devendo fotos do antes e depois porque eu ainda sou muito insegura com relação a aparência da minha pele, ela é definitivamente meu calcanhar de Áquiles. Mas vou buscar uma forma de lidar com isso pois sei que esse tipo de imagem é super importante para vocês.

 

SAIBA MAIS SOBRE O TRIACNÉAL

 

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

Mythbuster da maquiagem | Maquiagem vs. Pele

MITO: MAQUIAGEM FAZ MAL PRA PELE?

Olá! O assunto de hoje é um pouco polêmico, eu sei. Mas ele é de grande valia para todos. Em especial, para os estudantes da área da beleza ou jovens maquiadores.

A gente sabe que em tempos de internet, conseguimos muita informação, graças a Deus. Entretanto, nos deparamos com uma falta de certeza ou até embasamento sobre algum assunto. Sempre rola uma dúvida eterna, aquele, “Ah! Uma miga me disse…”, “eu vi num site”, etc.


Sendo assim, fiz um apanhado de perguntas que sempre ouço e respondo, pra tirar suas dúvidas. E caso você não tenha dúvidas, pelo menos terá uma informação concreta de brinde. 😉

Essas perguntas serão divididas em algumas postagens que vou fazer por aqui, ok?


Vamos pegar um túnel do tempo e voltar pro Egito, onde tudo começou. Naquela época, se maquiar, além de ser parte do embelezamento, era considerado parte da rotina de higiene. Assim como, tomar banho, fazer xixi e etc.

Nessa época, homens e mulheres, se maquiavam. Olhos eram delineados, peles eram esbranquiçadas. E o material para isso tudo eram: chumbo, arsênio, clara de ovo, carvão, giz. Coisas ótimas para a pele e pouco cancerígenas. #SQÑ

O uso de metais pesados era muito comum. Até por que, nessa época, não tínhamos a quantidade de tecnologia e pesquisas sobre o assunto que temos hoje.

Conforme foi passando o tempo, as coisas foram melhorando. Mas ainda entre as décadas de 1920 a 1970, o conceito de maquiagem era apenas COLORIR. Então, não importava como, o importante era estar bonito.

Pergunte pra suas avós ou mães. Elas entram em pânico quando você diz que vai maquiá-las com pan cake ou base – “Pelo amor de Deus, pan cake tapa os poros, minha pele não respira!”.  Esses produtos causavam uma sensação desagradável na pele. Você ficava linda, mas o produto não espalhava direito, era necessário colocar muito produto para “cobrir” a pele. Eles eram rico em óleo também. Quem tinha a pele oleosa, já dançava; era de fato, um sacrifício ficar sempre bela. Hoje, o conceito de maquiagem, além de embelezar e colorir a pele, também é TRATAR. A quantidade de ativos para proteger contra os raios solares ou até mesmo, preencher a pele, diminuir linhas que por exemplo, um simples batom tem, é enorme. Então, isso é um mito derrubado.

 Entretanto…

Produto que tem sua formulação cosmética desconhecida, que são réplicas, ou que não tem aprovação legal para estar no país, podem sim, causar algum dano a sua pele. A gente já falou disso aqui.

Outros fatores que danam e fazem mal a sua pele:

– dormir com a maquiagem;

-Usar maquiagem vencida (principalmente base – a probabilidade de “dar ruim” é enorme!!!).

– Não retirar o demaquilante da pele depois que você limpou os olhos. (sim, tem que passar uma água e um sabão, pra não ficar resíduos).

– Não retirar completamente a máscara de cílios depois de usar.

– Não limpar os seus materiais de trabalho;

– usar pincel sujo ou não trocar as esponjas de maquiagem.

Enfim, a falta de cuidado com a sua pele no pós-maquiagem ou com seus produtos, é muito mais fácil de fazer mal pra pele do que os produtos em si. Cuide-se então!
No próximo post falaremos sobre maquiagem HD. Você tem alguma dúvida a respeito disso? Conte pra gente!

 

*imagens: reprodução

É maquiadora por formação e por paixão, formou-se em Maquiagem Profissional. Editora do blog A Juliana Não Quer Sambar, acredita que toda boa conversa deve vir acompanhada de uma xícara de café. Gosta de boa música, ama seus gatos, – Amy, Aretha e Frank – e um bom e velho Rock and Roll.

Óleo milagroso

Na mesma rua onde estaciono meu carro todas as segundas feiras para ir à terapia tem um restaurante vegetariano com uma loja incrível de produtos naturais, foi lá que eu conheci e me apaixonei pela alfarroba. Lá eu também conheci e igualmente me apaixonei pelos óleos da Phytoterápica, em especial o óleo de Copaíba.

Vocês já sabem que eu amo usar óleos para cuidar da pele (leia mais sobre isso aqui e aqui), seja para limpar ou para hidratar, mas tinha muita dificuldade em encontrar tipos diferentes de óleos para experimentar. Lá eu comprei o óleo de Copaíba e o óleo de Girassol.

Hoje vou falar do óleo de Copaíba e tudo o que ele pode fazer por sua pele. Escolhi esse óleo, mesmo sem nunca ter ouvido falar dele, pois em sua descrição é dito que ele pode ser usado para tratar dermatites no couro cabeludo, como esse é um problema que lido com frequência decidi experimentar.

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Esse óleo é extraído da copaibeira e é comumente usado por índios da Amazônia, que consideram a árvore um “milagre da floresta”, atribuindo  à ela propriedades curativas que a tornaram conhecida como o antibiótico do mata. Mais tarde eu descobriria que a copaíba é uma das plantas medicinais mais difundidas do país.

O óleo de Copaíba surge no tronco da árvore, é uma espécie de defesa natural contra pragas como o cupim, além de combater bactérias também é muito usado como antiinflamatório, pesquisas apontam que a árvore também produz substâncias capazes de combater a leishmaniose e com ações anticancerígenas (essas propriedades são encontradas apenas nas árvores de Manaus, já as ações antiinflamatórias podem vir das árvores com origem no Rio de Janeiro e Minas Gerais).

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Considerando o que sabia até aqui decidi experimentar o óleo para tratar acne (através de oil cleasings e aplicações nos pontos afetados), bálsamo (para tratar irritações e pelos encravados) e no couro cabeludo (para tratar irritações, dermatites e diminuir a coceira).

Eu aplico o óleo direto na pele, a quantidade varia de acordo com o que pretendo tratar, só enxaguo no caso da Oil Cleansing e quando uso em maior quantidade no couro cabeludo, caso contrário deixo a pele absorver.

Em todos os casos os resultados foram surpreendentes, o óleo realmente trata a pele com delicadeza e eficiência, trazendo resultados rápidos e satisfatórios. Minha mãe também está usando para tratar alergias que ele tem com frequência por causa de sua pele ultra sensível e gosta bastante.

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Dispensei os shampoos e loções caras que estava usando para o couro cabeludo e agora só uso o óleo. Para tratar a pele eu gosto de combinar o uso desse óleo com outras coisas já incorporadas em minha rotina de beleza.

Se você quiser experimentar, pode comprar no site da própria Phytoterápica, infelizmente lá custa exatamente o dobro do que eu paguei na loja de produtos naturais onde o comprei aqui em Santo André (SP).

Estou usando o óleo de girassol para hidratar a minha pele em áreas sensíveis, como ao redor dos olhos (desde que o outono chegou essa área tem estado bem delicada), e as partes da pele em que tenho feito um tratamento para me livrar de algumas estrias. Também recomendo para quem tem rinite alérgica e vai espirrar muito nos próximos meses, esse óleo é um carinho para a pele em volta do nariz! Se você tem a pele seca pode usá-lo no rosto todo, ele é suave, não deixa a pele lambuzada e dá para ser usado durante o dia. Também já usei ele para fazer umectação nos cabelos e achei o resultado bem legal.

 

E você, também ama usar óleos?

 

*imagens: reprodução

 

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

Pele de ressaca

Você passou o final de semana na esbórnia com as amigas, encheu a cara de vodka, passou madrugadas inteiras embaixo de fumaça de cigarro, isso sem falar na quantidade de maquiagem que você usou sacrificando seu poros para conquistar a pele perfeita.

É claro que valeu a pena, mesmo quando a balada não vale a pena ela vale apena, não é?

Mas desde ontem, não importa a quantidade de hidratante que você use, sua pele parece não reagir. A pele no meio da testa, topo das bochechas e ao redor do nariz estão ardendo. O rosto todo perdeu o viço, a pele está com uma textura áspera e algumas espinhas ameaçam sair no queixo, ou seja? DESASTRE TOTAL.

Eu tenho certeza de que eu não sou a única que passa por isso quando exagera no badalo. Então eu vou compartilhar o que eu tenho feito para salvar a minha pele de mim mesma:

 

Sua pele está desidratada e nem o hidratante mais caro do mundo vai resolver isso. Primeiro ela precisa de água, beba bastante água, mas use-a também no rosto. Eu gosto de usar água geleda para contrair os poros, você pode usar água filtrada ou mineral, eu gosto muito de usar água termal. Desde o momento em que você tirar a maquiagem use borrifadas de água para aliviar a pele.

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Faça uma oil cleansing, se você não conseguir fazer isso quando chegar em casa (por motivos de: vodka), faça no dia seguinte. Use um óleo puro, eu gosto dos óleos de argan e de girassol, esses óleos não emulsificam como os óleos para limpeza, então são mais difíceis de remover totalmente da pele. Você pode usar um sabonete suave se for o caso, mas eu recomendo que algum óleo seja deixado na pele, esse é um método de limpeza profunda e como sua pele já está desidratada um pouco do óleo fará bem, mesmo que sua pele seja oleosa.

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Agora o hidratante irá te ajudar, eu sempre uso hidratantes em gel pois tenho a pele mista e se eu usar algum outro tipo de hidratante a textura da minha pele muda muito. Nos dias seguintes ao badalo uso quantidades generosas do Dramatically Different Moisturizing Gel da Clinique.

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Se como eu, mesmo depois de tudo isso, você ainda estiver com algumas partes da pele sensíveis ou descamando eu recomendo o uso do milagroso Cicaplast que cuida e protege a pele nesse estado.

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A Oil Cleansing deve resolver o drama com as espinhas que ameaçavam sair, mas se não tiver jeito use um produto secativo que seja eficiente sem ser agressivo, como esse da Mary Kay:

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Para comprar procure a consultora mais próxima.

 

E aí quando a sua pele estiver linda e luminosa de novo, adivinha só? É dia de vodka de novo! <3

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.