Resumo da semana #12

Essa foi uma semana cheia de novidades para O Cabide, nossa equipe cresceu bastante e agora temos mais espaço para assuntos como tv, cinema, música e eventos. É uma delícia ver o blog crescer e se transformar de forma tão espontânea, pois assim que eu o imaginaei desde o ínicio, como algo vivo e com ritmo próprio.

Conheça a nossa equipe cabideira!

Agora pega sua taça de vinho (viva a sexta feira!) e vem comigo, que hoje o resumo da semana tá bombando!

 

A queda nas vendas do comércio varejista está levando empresas a fecharem as portas: http://bit.ly/1IQcZN8

Seca prejudica produção de jeans em Pernambuco: http://glo.bo/1IU0Vca

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Maria Filó e Kim Kardashian na C&A: http://bit.ly/1IU15A8

Os desafios da indústria têxtil: http://bit.ly/1Apz9CR

Riachuelo dobra faturamento mas permance longe da liderança: http://glo.bo/1ApzuWd

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Estilista formada em cianorte vence o Lycra Future Designers: http://bit.ly/1ApzFkg

Queda na exportação têxtil: http://bit.ly/1ApzQfm

Criador das marcas Von Dutch e Ed Hardy pretende expandir a marca brasileira: http://glo.bo/1Ftvjrv

Marisa deve pagar indenização a funcionária que tinha o armário revistado: http://bit.ly/1IQePNY

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Vicunha investe em lançamentos: http://bit.ly/1IU3eM7

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Mulheres foram barradas em Cannes por não estarem usando salto: http://bit.ly/1Eotvfg

Vai rolar em Londres uma exposição com retratos de Audrey Hepburn (essa semana teve post falando sobre Bonequinha de luxo, você leu?): http://bit.ly/1IU3OJM

Santista mantêm investimentos n Brasil: http://bit.ly/1IQfSgW

Ações da Renner sobem mesmo durante a crise do varejo: http://abr.ai/1ApBMVc

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Cursos de Moda apostam na prática para formar profissionais ligados a todo o processo de produção: http://bit.ly/1ApBVYM

Forever 21 inaugura mais duas lojas e traz coleção plus size para o Brasl: http://abr.ai/1Lm5b32

Diretor executivo de cutura, o novo cargo da moda: http://bit.ly/1FtxVFH

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Senac lança curso em parceria com a Central Saint Martins: http://bit.ly/1Lm6yPc

Ellen DeGeneres lança marca de roupas agênero: http://glo.bo/1IQhHug

L’Oréal se une a Organovo para se afastar dos testes em animais: http://bit.ly/1FtzN1a

As tendências para o verão 2016: http://bit.ly/1Eoyf4v

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Modelo amamenta filho em capa da Elle:  http://bit.ly/1FEvy4h

Confira o calendário de moda internacional: http://glo.bo/1ApFoq8

Saiu o segundo trailer do documentário sobre Amy Winehouse: http://abr.ai/1FtAAPE

Prada lança seis fragrâncias unissex:   http://bit.ly/1IU8JdP

 

Bom final de semana, lindezas!

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

“Eu te amo” “Obrigada”

Oláá, gente!!

Meu nome é Camila, sou nova aqui e pretendo trazer novidades – e antiguidades, por que não? – a respeito de toda a parte cultural (filmes, livros, teatro, shows, eventos). Vou tentar trazer tudo de mais interessante que eu achar!

E pra abrir hoje, porquê não começar com um filme que traz não só uma grande atriz, mas também um ícone da moda: Audrey Hepburn!

Entre seus Oscars, Grammys e Globos de Ouro hoje falarei sobre Bonequinha de Luxo!

O filme foi lançado em 1961, distribuído pela Paramount Pictures e dirigido por Blake Edwards! Além de ser baseado no livro – também maravilhoso –  de 1958, escrito por Truman Capote.

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 *ilustração: Hayden Willians

Aqui uma sinopse rápida:
“Holly Golightly (Audrey Hepburn) é uma garota de programa nova-iorquina que está decidida a casar-se com um milionário. Perdida entre a inocência, ambição e futilidade, ela toma seus cafés da manhã em frente à famosa joalheria Tiffany’s, na intenção de fugir dos problemas. Seus planos mudam quando conhece Paul Varjak (George Peppard), um jovem escritor bancado pela amante que se torna seu vizinho, com quem se envolve. Apesar do interesse em Paul, Holly reluta em se entregar a um amor que contraria seus objetivos de tornar-se rica.”

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A atriz fotografada com o famoso gato sem nome por Howell Conant no apartamento alugado em Manhattan para a publicidade do filme, outubro/1960

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Polaróides do teste de cabelo para o personagem

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George Peppard, Audrey Hepburn e alguns outros membros do elenco em intervalo das filmagens

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Audrey Hepburn e George Peppard nos bastidores, com participação especial do yorkshire da atriz, Mr. Famous

Fatos curiosos:

Na produção do filme, a Tiffany’s abriu pela primeira vez em um domingo; os figurinos de Audrey foram feitos por ninguém menos que Hubert Givenchy e Edith Head, figurinista da Paramount; Kim Novak e Marilyn Monroe (atendendo aos desejos de Capote) receberam a oferta para atuar como Holly, mas com a recusa de ambas as atrizes, o papel acabou com Audrey Hepburn.

Eu li o livro há muito tempo, mas me lembro que gostei bastante, apesar das usuais mudanças que costumam fazer em uma adaptação, como a provável bissexualidade de Holly.

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O filme é apaixonante e até hoje sonho com um vestido preto igual ao da Holly, e espero compartilhar dessa paixão com mais alguém!

Esse filme é “apenas” um clássico que decidi trazer para abrir os meus posts! Pra quem tiver, ele está disponível no Netflix, ou pra quem for meio “old school” que nem eu, praticamente garanto que alguma locadora vai ter. E, bom, sempre há quem decida ver online – a grande maioria, talvez -, mas eu sou meio contra isso então prefiro não influenciar as pessoas a fazerem, mas aí essa história fica para outra hora, porque coloco alguns fatores em discussão!

Enfim, espero que aproveitem!! E nos veremos na próxima!
Beijo para todos!

*imagens: reprodução

Estudante de psicologia, fanática pelas mentes mais loucas imagináveis. Adoro um bom livro, um ótimo filme, fones de ouvido e uma música pra dançar.

As 10 maquiagens que marcaram época   

Você já precisou de dicas de maquiagem? De buscar inspiração para se destacar naquela super festa? Então, este post é para você. Não diremos como fazer a maquiagem, mas mostraremos as maquiagens que marcaram época, assim, quando precisar, é só voltar aqui e encontrar o que precisa.

 

Anos 20 – A mágica do batom!

Na década de 20, as mulheres começaram a participar economicamente da sociedade, em maior escala. Dessa forma, a maquiagem foi um artifício para marcarem presença nessa reformulação social, representando sua liberdade. Surge, então, a maquiagem mais utilizada até hoje: o batom bastão.

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Atriz Gloria Swanson, década de 20

 A maquiagem era focada nos lábios e nos olhos, desenhando um coração na boca e uma sombra esfumaçada acima dos olhos, dando um ar atraente, misterioso e provocativo. Uma das grandes representantes dessa época foi a atriz Gloria Swanson.

Anos 30 – Cinema e glamour

Período entre guerras e de crise econômica nos Estados Unidos, a vida real estava abalada e desacreditada. Começaram a surgir efervescer ainda mais grupos cinematográficos, trazendo looks deslumbrantes e dando mais atitude para a mulher.

O visual era de sobrancelhas finas e arqueadas. O batom já não era tão forte como nos anos 20, pois o consideravam “vulgar”. A ideia era ter elegância. Os cílios eram curvados e com várias camadas de máscaras. A artista Greta Garbo foi uma das mulheres mais inspiradoras da década.

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Greta Garbo, anos 30

Anos 40 – Femme Fatale

As características de beleza mais valorizadas nos anos 40 eram a feminilidade e as curvas. Roupas com cores pastéis, cintura marcada, decotes e maquiagem carregada foram o visual da época. Hoje, esse look é conhecido como “lady like”, que se refere àquele ar vintage feminino.

O batom usado era, geralmente, bem vermelho, os olhos bem destacados, e as sobrancelhas fortes.

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Rita Hayworth, anos 40

Anos 50 – Viva a naturalidade!

Os anos 50 foram marcados pelo rock de Elvis Presley, revoluções tecnológicas, como as transmissões de televisão, e a Guerra Fria. Esses e outros acontecimentos causaram uma transformação comportamental.

As mulheres estavam adquirindo mais segurança e naturalidade, começando a se expor mais. O batom vermelho continua sendo importante no look, onde o delineador e o rímel ganham lugar fixo. Surge então o estilo pin-up, que até hoje muito utilizado. Quem fez muito sucesso e ganhou espaço na história, foi a atriz Marilyn Monroe.

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Marilyn Monroe, anos 40

Anos 60 – Olhos e olhares!

A maquiagem dos anos 60 focava nos olhos. Os estilos e produções nessa época eram diversos, mas o traçado no estilo “gatinho” era um dos mais utilizados. As sobrancelhas já podiam ser mais grossas, e de desenhos diferentes, não só finas e arqueadas. Os cílios postiços também ganham espaço. O batom já não é mais aquele vermelho carregado, mas uma cor mais clara, para não tirar a atenção dos olhos. Uma das grandes expressões da época foi a modelo e atriz belga Audrey Hepburn, considerada uma das artistas mais bonitas da história do cinema hollywoodiano.

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Audrey Hepburn, anos 60

 Anos 70 – Cores e mais cores

Na década de 70, surge o movimento hippie, contrariando a ideia do que era convencional. Na hora de se arrumar, valia de tudo que lembrasse conforto, liberdade e natureza na hora de se arrumar. As cores ganham força, e o delineador e o rímel já não eram mais tão usados. Sombras no verde, azul e rosa passaram a ser muito frequentes nas ruas e nas telas de cinema. Sem contar com o brilho, muito brilho.

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Maquiagem anos 70

Anos 80 – Hora de usar tudo!

Se nos anos 70 as cores tomaram conta, deixando de lado a maquiagem pesada, nos anos 80 foram valorizadas as cores, batons em tons fortes e uma grande tendência: sombras em degradê. A mulherada abusava das cores, inclusive, do cinza e do marrom, que eram pouco utilizados na década anterior. Outra coisa que surgiu foram os cílios alongados e coloridos.

Essa tendência surgiu depois que as mulheres começaram a conquistar sua autonomia, pois elas começaram a entrar maciçamente no mercado de trabalho. O jeans adquiriu seu lugar no vestuário feminino, dando um ar básico e mais sério para o trabalho, e deixando então, a versatilidade de cores para os cabelos e rosto. Assim, pegue todas as maquiagens e estilos já ditos aqui, e misture. O resultado é uma mulher dos anos 80.

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Anos 80

Anos 90 – Básico e rebelde!

Os anos 90 quebraram todo aquele exagero da década de 80, fazendo com que o público feminino percebesse que não era preciso “tudo aquilo”. A beleza natural começou a ser mais valorizada. As cores utilizadas na maquiagem passaram a ser mais neutras e sem tanto brilho.

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Julia Roberts nos anos 90

 Anos 2000 – Depende do dia!

A virada do século trouxe mais autonomia ainda para “o que eu quero vestir e como eu quero me maquiar”. Produtos novos não faltaram, e todos sempre buscavam referência nas décadas anteriores. Era uma mistura de tudo o que passou, mas com a autonomia de “hoje quero isso, amanhã quero aquilo”.

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De 2010 para cá: tecnologia!

Atualmente, as referências continuam sendo todas as que passaram, mas cada vez mais a tecnologia está presente. Inventando um batom mais resistente, uma cor mais intensa, um rímel mais incrível que o anterior, e assim vai. A qualidade é o fator mais levado em consideração, pois a liberdade é toda da mulher. Todos os tipos de beleza têm espaço. Claro que sempre tem uma tendência surgindo no mercado e, para quem ama maquiagem, isso é um prato cheio para ficar sempre atualizada e por dentro do que está na moda.

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Espero que tenham gostado! Mas lembrem-se, o mais importante mesmo é se maquiar de uma forma que faz com que você se sinta bem, independente se está na moda ou não.

 

 

Este post é uma contribuição da Época Cosméticos para o Blog O Cabide.

*imagens: reprodução

Especialista em perfumes, cosméticos e maquiagem de luxo.

Happily Ever After

Para enfeitar o nosso porta retrato hoje escolhi as fotos que Anne Hathaway fez para Vogue US, em novembro de 2010, com o fotógrafo Mario Testino que são simplesmente incríveis.

O styling é de Tonne Goodman e os vestidos de contos de fada são de Isaac Mizrahi, Oscar de la Renta e Carolina Herrera, o parceiro da atriz para as fotos foi o ator francês Raphaël Personnaz.

Dá uma olhada:

Anne Hathaway - Mario Testino - Vogue

Anne Hathaway - Mario Testino - Vogue

Anne Hathaway - Mario Testino - Vogue

Anne Hathaway - Mario Testino - Vogue

Anne Hathaway - Mario Testino - Vogue

Confira também o making of desse photoshoot:

http://player.cnevids.com/embed/51716fcfc2b4c00c18e54140/5176e90368f9daff42000014

*Imagens e vídeo: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

O primeiro

A gente sabe muito bem o porquê de grandes ícones da beleza e da moda, como Audrey Hepburn, Marilyn Monroe e Jackie O, usavam Keds. O clássico tênis americano, conhecido por muitos anos como o primeiro dessa categoria de calçados, são fofos, confortáveis e se provam cada vez mais atemporais!

Como o modelo já é nosso queridinho há tanto tempo, e sua invenção já tem quase cem anos, achei que seria legal nós visitarmos a história sobre como ele surgiu, vamos lá?

Keds

*Anúncio da marca, 1916

A história da marca começou em 1892 quando nove pequenas fábricas de borracha americanas se uniram para formar a U.S. Rubber Company. Entre as fábricas estava a Goodyear Metallic Rubber Shoe Company, primeira empresa a licenciar o novo processo de vulcanização da borracha, descoberto e patenteado por Charles Goodyear. Até 1913, a divisão de calçados da U.S. Rubber Company fabricava sapatos e tênis para 30 diferentes marcas do mercado norte-americano. Foi então que a empresa resolveu fabricar e vender os produtos sob um mesmo nome para reduzir custos, ter mais impacto no mercado e acabar com a rivalidade que existia entre as nove fábricas que formavam a empresa. Uma das primeiras sugestões de nomes para a nova marca foi PEDS, que em Latim significa pé, porém já estava registrado. Em 1916, a dúvida estava entre dois nomes, KEDS e VEDS. A palavra KEDS foi escolhida, pois o som do K era mais forte e marcante. Os calçados KEDS foram então introduzidos no mercado propondo uma nova abordagem para o calçado, apresentando-o como atlético, maleável e confortável. Os modelos da marca eram mais descolados e modernos, combinavam perfeitamente com o estilo de vida dos americanos. Foi nessa época e justamente por causa de uma publicidade da marca, criada pelo publicitário Henry Nelson McKinney, que os tênis ganharam a denominação de “sneaker” nos EUA, isso se deu porque as solas de borracha eram tão silenciosas, que seriam perfeitas para “sneak”, termo da língua inglesa que significa espiar, pelo menos foi assim que a marca justificou o uso da dessa expressão.

Keds

*Audrey Hepburn popularizando o keds como item fashion na década de 60

Desde a sua inserção no mercado e então a marca se estabeleceu e ganhou notoriedade, sobretudo com o lançamento do modelo clássico Champion (tradicional modelo básico na cor branca (que a gente nunca deixa de amar). O KEDS foi o primeiro calçado de sola de borracha feito em lona a ser produzido em larga escala durante a década de 20, os calçados da marca foram usados por jogadores de futebol, atletas olímpicos e tenistas de renome nacional e internacional, assim como por atletas universitários. Em 1934 a empresa introduziu os modelos coloridos, tornando os KEDS algo ainda mais versátil e mais desejado. Quatro anos depois a marca introduziu no mercado um calçado mais feminino batizado de KEDETTES.

Keds

*Kedettes, 1938

Os keds foram conhecidos por décadas como a primeira marca a vender calçados de borracha chamado sneakers, utilizando a expressão “The Original Sneaker” em campanhas publicitárias muito bem sucedidas. Mas, na verdade, a história não é bem essa, em 2010 um pesquisador descobriu um anúncio de 1889 usando a expressão sneaker para descrever os tênis que estavam em liquidação. Eventualmente a própria marca se retratou, alegando que a marca não foi a primeira a usar o termo sneaker, mas foi a resposável pelo seu uso de forma tão ampla. Então, não é o primeiro sneaker, mas é o primeiro têncis com solado de borracha, mais pioneiro impossível, não é?

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.