Cinquenta chapéus

Quase sempre vemos a moda se transformar em algo icônico, os motivos são inúmeros, pode ser um casamento, um show, um filme ou um programa de TV, são pequenos signos que fazem toda a diferença e são tão marcantes e tão caracteristicos que viram história e passam a ser lembrados eternamente comoalgo que descrevia quem aquela pessoa era ou tudo o que uma pessoa pode ser.

É assim que um figurino ou styling bem feitos acontecem e por isso eles são tão importantes. Portanto, uma ótima forma de estudar a história da moda é através de pedacinhos, primeiro os sapatos, depois as bolsas e até os chapéus, que dizem tanto sobre os mais diferentes períodos de diversas sociedades.

Para saber tudo sobre chapéus indico o livro Cinquenta chapéus que mudaram o mundo, que faz parte de uma coleção ótima organizada pelo Design Museum e que conta também com os 50 sapatos que mudaram o mundo, os 50 vestidos que mudaram o mundo e as 50 bolsas que mudaram o mundo, pretendo fazer um post sobre cada um desses livros durante toda essa semana.

Cinquenta chapéus que mudaram o mundo

Sobre Cinquenta chapéus que mudaram o mundo:

Cinquenta chapéus que mudaram o mundo lista os 50 principais chapéus e adornos de cabeça que tiveram impacto substancial no mundo da moda e do design atual. Desde uma coroa imperial do início do século XIV ao adorno de cabeça Arranha-Céus com Tiras, de Noel Stewart, de 2010, cada chapéu recebe uma breve descrição para que se conheça ps motivos pelo qual ele ganhou status e sobre o designer responsável.
Cinquenta chapéus que mudaram o mundo

Cinquenta chapéus que mudaram o mundo

Cinquenta chapéus que mudaram o mundo

Cinquenta chapéus que mudaram o mundo

Encontrei o box da Coleção Cinquenta na Saraiva, o preço não é absurdo, vale a pena.

Cinquenta chapéus que mudaram o mundo
Design Museum
Tradução: Cristina Bazan
Editora Autêntica

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

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