Não deu match

Era esperado que a falta de habilidade social nos levasse a encontrar atalhos que trouxessem novos interesses românticos/sexuais para nossa vida da forma mais prática possível. Foi assim que nasceu o Tinder,  o aplicativo baseado na locação das pessoas que facilita a comunicação entre pessoas com interesses mútuos.

O funcionamento é até bem inteligente, usando os seus dados do Facebook o Tinder constrói o seu perfil usando as fotos que já estão lá. Informações básicas são acumuladas e um gráfico social do usuário é analisado. Candidatos que provavelmente são mais compatíveis com base na localização geográfica, número de amigos e interesses em comum são unidos em uma lista de possíveis matches.

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Com base nos candidatos potenciais o app permite que os usuário se curtam anonimamente, assim você te as opções de gostar ou passar um candidato até que vocês se curtam mutuamente e se tornem o cobiçado match.

Parece simples, não é? Se só analisarmos a parte técnica é bem simples mesmo, mas do outro lado aplicativo estamos nós, humanos cheios de falhas – uns mais do que os outros – mostrando apenas o que queremos que os outros vejam com fotos e poucas linhas de descrição.

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Basicamente isso significa que não há limites, todo tipo de pessoa, com todo tipo de fantasia pode ser encontrada por lá. É possível encontrar pessoas incrivelmente interessantes ou todo tipo de maluco (a) que existe ao seu redor. Mas a gente tenta mesmo assim, acaba tendo uma ou outra experiência interessante, mas no geral é das bizarrices que a gente vai lembrar!

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E eu vim aqui para falar das bizarrices, é claro. Durante um tempo eu acumulei alguns ótimos motivos para “passar” uma pessoa no aplicativo. No geral homens, eu nunca encontrei um perfil de menina que me fizesse sentir vergonha alheia.

De quebra vou ilustrar os meus motivos para fugir de alguém no app com postagens do pessoal do Eu no Tinder, cheias da realidade mais dura de quem tem procurado o seu match. Também vou adicionar uma ou outra experiência pessoal ao post, senão não teria a mesma graça, né?

Vamos lá?

  • Motivo #1: foto do próprio casamento/ bem casado e feliz, procurando pessoas interessantes.

Uma foto publicada por O Cabide (@ocabide) em

Hoje não, Faro!    

  • Motivo #2: Tem 18 anos, com carinha de 14 e descrição de 10.

É um teste de paciência? Não passei.      

  • Motivo #3: É mais bonito (a) do que eu. 

Que atire a primeira pedra quem nunca deixou de dar um like porque não se sentiu a altura do boy (ou mina) magia!    

  • Motivo #4: “A procura da batida perfeita” – Uma vez eu sentei por mais ou menos meia hora para ver quantos perfis com essa frase na descrição eu conseguia encontrar. Encontrei sete! Nessas horas a gente sabe que na paquera a originalidade pode ser indispensável.

No mínimo me faça rir!    

  • Motivo #5: A primeira coisa que ele te diz é que é tarado e safado.

Uma foto publicada por O Cabide (@ocabide) em

 

E para você, qual é o deal breaker nos apps de relacionamento?

*imagens: reprodução

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

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