Livros para refletir sobre política

Ontem tivemos uma grande decepção. Depois de tanto estresse e ansiedade sobre os resultados da eleição, tivemos um resultado assustador e até os mais esclarecidos não sabem que rumo tomar daqui para frente. Nessa segunda feira acordamos com uma dor que vai além da derrota, por isso, se você precisar tire uns dias, fuja das redes sociais, comece a assistir uma série nova na Netflix (você viu que Chilling Adventures of Sabrina já está no catálogo?), passe um tempo com pessoas que você ama (mesmo que seja uma ligação por telefone ou Facetime),faça um bolo de chocolate, compre um batom novo, faça o que for preciso para recuperar o folego, nós precisaremos de você para seguir em frente e planejar os próximos passos da nossa luta.

Eu sei que para muitos política não é um assunto fácil, até porque nós não temos uma cultura de compreender e participar da política durante nossa formação como cidadãos. Por isso achei que seria bacana fazer uma lista com livros que refletem sobre política, são fáceis de ler e entender e que possam te deixar ainda mais preparado para a resistência.

Dá uma olhada:

Em Não Basta Dizer Não, Naomi Klein (que é uma jornalista conhecida por questionar governos e avaliar como o capitalismo afeta nossa sociedade) examina o atual momento político-econômico pós-eleição de Donald Trump. Nesse livro ela reflete sobre como Donald Trump foi eleito, se o conservadorismo está avançando e o que devemos fazer diante de tal situação.

Disponível em versão impressa e para Kindle.

Em Vozes de Tchernóbil, a bielorrussa Svetlana Aleksiévitch dá espaço a palavra daqueles que vivenciaram e foram impactados pela tragédia nuclear. A autora passou quase vinte anos entrevistando pessoas comuns, trabalhadores, cientistas e camponeses, sabendo que quase todos os que sobreviveram provavelmente perderam alguém como consequência da explosão ou por causa do combate às fissura dos reatores. O livro acaba sendo uma crítica duríssima a forma como os governantes conduziram as evacuações, a contenção do reator, os tratamentos médicos e a vida de todos os que sobreviveram e ainda pagam o preço do acidente.

Prepare os lencinhos, é bem difícil ler essas histórias sem se emocionar.

Disponível em versão impressa e para Kindle.

Cama de gato conta a história de um homem comum que decide investigar o bombardeio atômico no Japão na Segunda Guerra Mundial. A pesquisa o leva a passar por transformações e mudanças de pontos de vista sobre política, religião e ciência. Além de uma boa leitura, é também uma crítica sobre o uso do conhecimento a favor da destruição em massa, sobre fanatismo religioso e sobre intolerância.

Disponível em versão impressa e para Kindle.

O subtítulo já diz tudo: “Como o dinheiro, a falta de dinheiro, a insanidade e a safadeza construíram o mundo mais próspero de todos os tempos”. O livro passa pela história das moedas, ao sobe e desce das bolsas, até a ameaça da inflação, desvendando economia e finanças em uma linguagem simples e acessível.

Disponível em versão impressa e para Kindle.

Desigualdade social, racismo, machismo, incontáveis modalidades de opressão e intolerância são alguns dos temas tratados por 34 poetas brasileiros nessa coletânea. Entre os autores estão nomes como Conceição Evaristo, Ana Cristina Cesar, Paulo Leminski, Laura Liuzzi, Hilda Hilst. É o tipo de livro que devoramos e com certeza vai te fazer erguer a cabeça para lutar.

Disponível em versão impressa e para Kindle.

O livro 1984 foi escrito por George Orwell e  trata de uma distopia escrita em 1949 que projeta como seria a vida no futuro distante de 1984. A história se passa na Oceania, um dos três blocos, permanentemente em guerra entre si, em que todo o planeta se divide. Governada pelo regime totalitário do Partido, a Oceania é a casa do protagonista Winston Smith, alguém que passa gradativamente a questionar e resistir à interferência e vigilância do Estado em todas as esferas da vida do indivíduo.

Desde que Donald Trump foi eleito esse livro tem estado constantemente em pauta e acredito que agora seja uma leitura ainda mais interessante para os brasileiros.

Disponível em versão impressa e para Kindle.

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

BEDA #31 – O fim e o começo

Agosto foi um mês muito especial para mim, além de celebrar conquistas pessoais e finalmente ter um plot twist nesse ano que até então tinha sido tão ruim para mim, foi o mês em que me propus o desafio de fazer posts diariamente aqui no blog.

Eu estava precisando muito encontrar uma forma de me reconectar com o conteúdo que faço para minhas próprias plataformas e assim, sair um pouco da bolha que criei por causa do meu trabalho que é totalmente focado em moda plus size.

A maratona contou com 31 posts (incluindo este), e correu tranquilamente, com a exceção de alguns tropeços. Criei posts que estavam guardados no meu rascunho mental há meses, quebrei meus próprios moldes e falei com vocês de forma mais direta e mais autêntica. Lembrei o porque de nunca ter desistido do blog e porque valia a pena mantê-lo.

O fim da maratona só chegou agora porque precisei de um tempo para me dedicar ao trabalho e para reestruturar meu ambiente de trabalho e meu processo criativo. E ainda meio que estou nesse processo, até porque tenho me preparado para novos projetos, mas finalmente cheguei ao ponto em posso contar para vocês algo que venho querendo fazer há muito tempo: O BLOG AGORA TERÁ POSTS DE SEGUNDA A SEXTA!

Vocês estão animados?

Eu estou animada demais!

Vou continuar fugindo de textos engessados e trazendo pautas que considero ser realmente interessantes e relevantes para meus seguidores, e para mim mesma, afinal O Cabide é uma extensão total de quem eu sou e de tudo o que vivencio para continuar crescendo como mulher dentro dessa sociedade maluca em que vivemos.

SEPAREI ALGUNS DOS POSTS DO BEDA QUE INSPIRARAM ESSA NOVA FASE DO BLOG:

Os mais importantes

GALERIA: FAÇA AS PAZES COM A PAPADA
http://bit.ly/facaaspazescomapapada

 EXPRESSÕES CAPACITISTAS QUE DEVERÍAMOS DEIXAR DE USAR
http://bit.ly/expressoescapacitistas

MULHERES BARBADAS
http://bit.ly/mulheresbarbadas

O QUE AS PRINCIPAIS PUBLICAÇÕES SOBRE MODA E COMPORTAMENTO TEM A DIZER SOBRE PLUS SIZE
http://bit.ly/oqueasrevistasfalamsobreplussize

Os mais pessoais

33 FATOS SOBRE MIM
http://bit.ly/33fatossobremim

LINHA DO TEMPO: NICOLISMOS SINCE 1985
http://bit.ly/ahistoriadaminhavida

Sobre beleza

MAQUIAGEM E ARTE: YOUTUBERS DE BELEZA QUE FOGEM DO LUGAR COMUM
http://bit.ly/maquiagemeartenoyoutube

5 MARCAS NACIONAIS DE MAQUIAGEM PARA FICAR DE OLHO
http://bit.ly/maquiagensnacionaisbaratinhas

PRODUTOS QUE ME AJUDAM A LIDAR COM UMA PELE MUITO OLEOSA
http://bit.ly/skincarepeleMUITOoleosa

Sobre moda

5 MARCAS DE MODA PLUS SIZE PARA FICARMOS DE OLHO
http://bit.ly/5marcaspluzsizeparaficardeolho

GALERIA: UM AMOR CHAMADO MOLETOM
http://bit.ly/umamorchamadomoletom
WISHLIST FASHION NOVA CURVE
http://bit.ly/comocomprarfashionnova

Meus preferidos

PLAYLIST DO CRUSH
http://bit.ly/playlistdocrush

10 FATOS SOBRE O SEGMENTO PLUS SIZE
http://bit.ly/fatossobreplussize 

UMA OBSESSÃO CHAMADA LAVANDA
http://bit.ly/paraquemamalavanda

Fiquem ligados para os próximos posts, curtam O Cabide no Facebook e me siga no Instagram e no Twitter:

 
Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

BEDA #30 – Canais incríveis no para você se inscrever no YouTube

Eu já falei várias vezes aqui que sou viciada em tutoriais de maquiagem, mas é claro que o meu uso de uma ferramenta tão ampla como o Youtube não seria limitado a um só tópico.

Atualmente o YouTube tem *mais de um bilhão de usuários, está presente em 88 países, disponível em 76 idiomas diferentes  e já tem um bilhão de horas assistidas por dia (o que abrange 95% dos usuários da Internet). Mesmo olhando esses números, fica difícil imaginar o quão grande realmente é o alcance dos vídeos publicados na rede. Então fica difícil mesmo usá-lo para um tópico só.

Eu uso o Youtube nas minhas pesquisas tanto quanto uso ferramentas de buscas e redes sociais, foi lá que encontrei a independência doméstica e aprendi a fazer sozinha a manutenção hidráulica e elétrica da minha casa. Lá também aprendi inúmeras receitas vegetarianas, como pintar o cabelo em casa, como montar móveis, como organizar minhas roupas, fazer orçamentos, planejar uma reforma, enfim, se soubermos procurar direitinho podemos encontrar inúmeras opções de vídeos sobre diversos assuntos, feitos com qualidade de produção profissional, até porque muitos canais hoje já criam conteúdo dignos de programas de TV.

*fonte

Nowness

 

Nowness é um canal digital de vídeos lançado em 2010 por Jefferson Kack como uma marca do grupo LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton SE. Em 2017 ele foi majoritariamente comprado pelo Modern Dazed , como uma parceria dos grupos Dazed Media (Reino Unido) e Modern Media (China).

A cada semana o canal apresenta 3 filmes inspirados em arte,, design, música, moda, beleza, gastronomia, viagens e cultura, trabalhando tanto com filmmakers já estabelecidos como com novos nomes. O Nowness já apresentou vídeos feitos com alguns dos nomes mais influentes damoda, música e arte, entre eles estão Björk, Chloë Sevigny, Florence Welch, Carine Roitfeld, Bella Hadid, David Lynch, David Hockney, Gucci e Versace.

Eu conheci o Nowness na época em que estava fazendo a pós graduação, eu tinha uma professora incrível (Thais Graciotti) que levava referências fantásticas para sua aula. Na época, o Nowness ainda não estava no YouTube, suas produções eram compartilhadas no site ou no Vimeo.

A maioria dos vídeos são bem conceituais e é por isso que eu gosto, para fugir completamente da zona de conforto:

Fashion Channel

Desde que o antigo style.com deixou de existir, fiquei orfã de um canal para acompanhar todas as semanas de moda de forma imparcial e com o máximo de detalhes possíveis na cobertura. Foi assim que acabei descobrindo o Fashion Channel, que além de trazer todos os últimos desfiles, tem um acervo de desfiles mais antigos, como o desfile de outono/inverno de Vivienne Westwood na Paris Fashion Week de 1992:

Meet Arnold

Meet Arnold é uma animação de comédia exibida no YouTube. Lançada em agosto de 2017 a série gira em torno de Arnold, um personagem fictício que vive entrando em situações arriscadas. O narrador parece não ter um pingo de dó de Arnold, mas oferece descrições detalhadas dos fenômenos ambientais que o personagem enfrenta.

O canal foi criado para satisfazer a curiosidade mórbida que surge naturalmente ao ser humano quando se trata de cenários perigosos. Capa episódio traz um follow up dos eventos apresentados no vídeo anterior e Arnold mostra o que acontece com pessoas que enfrentam situações perigosas como cair de um avião, congelar na neve, ser enterrado vivo ou ser comido por uma baleia.

Em pouco mais de dois meses a série trouxe mais de meio milhão de inscritos para o canal e quase todos os episódios exibidos até esse momento tinham pelo menos dois milhões de visualizações. Mesmo assim, tanto a identidade de seu criador, quanto a identidade do narrador, continuam em segredo.

Lisa Koshy

Assim como muitas das melhores coisas na Internet, Liza Koshy ficou conhecida através do Vine. Hoje ela é uma comediante no YouTube, atriz e apresentadora, seu canal é um dos que crescem mais rápido na plataforma e chegou a ganhar 6 milhões de inscritos em 2016. Hoje ela tem mais de 16 milhões de inscritos, acumula quase 2 bilhões de visualizações em seus vídeos. Além disso ela também apresenta o Liza on demand, programa criado por ela, Deborah Kaplan e  Harry Elfont, que é exibido pelo Youtube Premium, ferramenta paga da plataforma. Um dos seus vídeos mais famosos é a uma paródia para os vídeos de beauty hacks dos canais de beleza.

KEXP

A KEXP é uma organização sem fins lucrativos criada para servir amantes de música e artistas através da transmição ao vivo e online da sua programação. Trata-se da mais influente estação de rádio mantida através do apoio de ouvintes no mundo. É transmitida através do canal 90.3 KEXP-FM em Seattle e seu alcance online e no ar chega a mais de 200,000 ouvintes globais por semana. Seus vídeos, com performances exclusivas acumulam cerca de 2.1 milhões de views por semana.

Do seu QG no Seattle Center a KEXP recebe eventos comunitários e produz centenas de performances ao vivo todo ano, sendo muitas delas destinadas ao público aberto.

Apoie a rádio: www.kexp.org/donate

Rede TVT

Eu descobri a TVT por um acaso, quando ainda assistia TV e zapeava pelos canais tentando encontrar algo interessante para me distrair. Algumas horas percebi que tinha encontrado tesouro cheio de ética, feminismo, democracia, luta contra corrupção e arte independente.

“A TVT é um veículo de comunicação educativo que tem compromisso com a democracia, com o fortalecimento da cidadania e com a justiça social: é um espaço aberto para conectar pessoas, compartilhar opiniões, promover igualdade no acesso à informação e incentivar e divulgar conteúdos produzidos por cidadãos comuns. Essa emissora de TV dá voz aos movimentos sociais, está ao lado dos Direitos Humanos e investe em conteúdos analíticos, críticos e reflexivos para estimular o desejo de transformar a coletividade.”

Para assistir na tv sintonize o canal 44.1 HD na região metropolitana de São Paulo, mais informações em www.tvt.org.br.

 

E já que você vai estar no YouTube, se inscreva no canal do Pop Plus, lá você encontrará novidades sobre o evento e uma ampla visão sobre o mercado de moda plus size. E sabe quem mais você encontrará por lá?EUZINHA!

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

BEDA #23 – O que as principais publicações sobre moda e comportamento tem a dizer sobre “plus size”

Fiz uma pesquisa recentemente e percebi que as principais publicações especializadas em moda ou comportamento continuam negligenciando o plus size.

Esses são alguns exemplos do que temos encontrado sobre o assunto nos sites de tais publicações:

Vogue

Aparentemente a Vogue acredita que o universo plus size se resume a modelos famosas no Instagram, principalmente Tabria Majors e Ashley Graham.

Clique nas setas ou nas imagens para navegar na galeria:

Chic

A busca do site não aponta para resultados especificamente sobre plus size. Dentre as notícias presentes a grande maioria é do período entre 2010 e 2012, quando o Chic parece ver o segmento com mais seriedade. O passado do site é cheio de escorregões, principalmente nas varias vezes em que classificou como plus size notícias sobre perda de peso.

É engraçado que justamente neste momento em que vivemos, uma publicação desse porte escolha não falar sobre moda de forma mais diversa.

Clique nas setas ou nas imagens para navegar na galeria:

Marie Claire

A Marie Claire parece mais disposta a falar sobre moda com diversidade, sem mostrar o plus size de forma caricata. Ainda assim todas as notícias mais recentes da publicação são relacionadas à modelos, principalmente Ashley Graham (quelle surprise!).

Clique nas setas ou nas imagens para navegar na galeria:

Glamour

Apesar de ter passado por alguns deslizes, a Glamour é a única revista dessa lista que trata as pautas do segmento plus size com a mesma seriedade que qualquer uma de suas editorias.

Clique nas setas ou nas imagens para navegar na galeria:

A conclusão que tiro dessa pesquisa é que nós, os gordos, precisamos ocupar mais espaço dentro do jornalismo de moda. Eu sei que a ideia de ser modelo plus size é tentadora, mas nós precisamos mais do que nunca de jornalistas, conteudistas, editores, diagramadores, designers e fotógrafos gordos, para assim termos a chance de aparecer em publicações especializadas de forma que não seja como um token de diversidade.

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.

BEDA #16 – Galeria: Um amor chamado moletom

Quando as mulheres começaram a quebrar padrões relacionados aos seus corpos, acabaram vendo uma possibilidade que nunca tinham visto antes: elas não querem ser escravas de nenhum outro padrão.

Estamos questionando o uso do anticoncepcional, estamos descobrindo como lidar com nossa menstruação de formas diferentes e estamos brigando com o Senado pelo direito de escolha quanto à maternidade.

Também estamos exigindo equidade no ambiente de trabalho, cobrando a presença feminina nos palcos de eventos e na gestão das empresas.

A feminilidade compulsória está sendo derrubada, nossa sexualidade está mais fluída e estamos dispostas a sermos as principais responsáveis pelo nosso prazer.

Juntas estamos moldando um novo mundo onde nosso espaço seja garantido. E com tantas mudanças é claro que a nossa relação com a moda também ganharia um novo olhar. Já estamos calando a boca de quem critica comprimento de blusas e saias, e quanto mais reclamam, mais justas nossas roupas ficam. Mas a verdade é que essa é uma mudança mais profunda, que tem a ver com a nossa relação com as roupas e tudo o que esperamos que elas cumpram dentro dessa nova rotina. Não à toa a palavra conforto vem aparecendo no topo das pesquisas de consumo nos últimos anos.

Não dá mais para usar roupas desconfortáveis para atender as expectativas de uma sociedade que insiste em códigos de conduta ultrapassados. Nossa liberdade também vai nos trazer comodidade!

Criei uma galeria com fotos de mulheres que optaram pelo conforto do moletom e não sacrificaram de forma alguma suas identidades ou estilo pessoal. Dá uma olhada:

(Clique nas imagens para ver os créditos ou para navegar na galeria)

Fundadora e editora do O Cabide, formada em moda, fotógrafa iniciante, apaixonada por figurinos e história da moda. Futura jetsetter, feminista, gayzista, abortista, gorda, patrona do amor próprio e entusiasta da maquiagem para beleza e para a arte.