A história dos sapatos

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Esse post é um contribuição da Farfetch para o blog O Cabide.

 

*imagens: reprodução

Um fotógrafo que traduz sonhos em imagens

Mylovt

Mylovt

 O artista espanhol Antonio Mora, conhecido por seu codinome Mylovt, é um fotógrafo que usa mixagens de imagens disponíveis na internet, blogs, revistas e base de dados, por exemplo, para criar incríveis montagens que só poderiam ser reproduzidas em lindos sonhos lúcidos. São, segundo ele mesmo, imagens feitas para provocar.

 Todos passam por suas imagens; Mora utiliza o rosto de qualquer pessoa que queira ser sublimada em suas imagens. Diferente da ótica de moda, que vai sempre atrás de novos rostos para suas produções, o fotógrafo tenta utilizar as coisas que recebe e que já estão disponíveis, tentando enxergar através delas algo único. Se você mandar uma foto de você mesmo e escrever algo sobre sua personalidade, o artista vai enviar de volta um sonho personalizado em alguns dias. Rostos são mesclados com elementos da natureza ou construções, formando uma imagem super inspiradora de rostos.

Ele prefere defini-los como grandes coquetéis. E parece mesmo que ele consegue pegar uma imagem líquida e misturá-la com uma paisagem incrível em um copo e depois despejar tudo em forma de arte. Utiliza imagens que não necessitam de uma produção complexa e elaborada por trás, sem equipamentos fotográficos sofisticados ou controle meticuloso da luz. Mylovt dá a entender que qualquer um com acesso à internet, tempo livre e curiosidade extrema para explorar a edição de imagens pode criar obras de arte.

O espanhol tenta recriar as memórias visuais que produzimos durante a fase mais profunda do sono e que perdemos ao acordar ou no decorrer do dia. É como se fossemos cheios de ideias incríveis e inspirações, mas que ficam guardadas em nós e não transbordam para a vida acordada, no dia a dia. As composições tentam diminuir esse desperdício e colher o que já existe dentro de nós.

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Intercâmbio: Como, quando e onde fazer

Mesmo com especialistas e empresários comentando que a moda no Brasil está crescendo, ainda estamos atrás comparado a outros países mais desenvolvidos, não só no quesito financeiro, mas também na parte de criação e internacionalização das nossas marcas.

Por isso, fazer um intercâmbio é uma boa ideia, não só pela experiência pessoal, mas também pelo desenvolvimento pessoal e criativo. Agora, antes de comprar a passagem e fazer as malas, é preciso ser bem realista com o seu conhecimento da língua para o país que você vai.

Intercâmbio de moda

A primeira língua para aprender é o inglês, e existem muitos planos de intercâmbio voltados só para o aprendizado dessa língua. Apesar de ser falado em muitos países, alguns destinos são mais indicados do que outros para o aprendizado. Tradicionalmente, países como os Estados Unidos e o Reino Unido são as primeiras opções, mas também são os que podem trazer mais dificuldade ao estudante, seja pelo custo de moradia ou até questões burocráticas, como o visto.

É claro que nem tudo está perdido. Por exemplo, muitas agências oferecerem intercâmbios para a Austrália e Nova Zelândia, que são mais baratos e mais fáceis de entrar para nós brasileiros. Nesse sentido, o Canadá também pode ser uma boa opção, caso você não se importe com o frio!

Agora aqueles que já possuem um inglês avançado podem considerar estudar moda fora, seja em cursos especializados ou mesmo até nas universidades. Nesse caso, a maioria delas pedem que os estudantes estrangeiros façam testes internacionais da língua, como o IELTS ou o TOEFL.

As notas necessárias variam de acordo com a faculdade, por exemplo, a Parsons exige que seus intercambistas tenham pelo menos 92 no TOEFL ou 70 no IELTS, então, se você quer estudar lá, é melhor estudar bastante!

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Bases para croqui

Um dos maiores marcos que atingimos na faculdade de moda é aprender a desenhar um croqui, e é nesse momento que aprendemos que as proporções do corpo humano tem um valor completamente diferente na moda do que tem na arte.

É claro que um croqui pode ser uma criação autoral de proporções surrealistas, mas para criar um croqui “artístico”, que tem a sua cara e que será a assinatura de suas criações, você deverá saber desenhá-lo dentro das medidas.

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Isso também se tornará importante quando você começar a fazer desenhos técnicos, a mão ou em vetor, pois o desenho técnico exige a compreensão de proporções.

No croqui aprendemos a dividir o corpo em cabeças, isso pois no desenho do Homem Vitruviano de Leonardo da Vinci a cabeça representa um oitavo da altura total do homem, assim o desenho deve ter oito cabeças. Na moda é comum que sejam utilizadas 11 cabeças como altura total do corpo, criando assim uma silhueta mais alongada.

Criar uma boa base para seus croquis vai ser uma das coisas mais importantes que você fará em suas aulas de ilustração, pois será algo que carregará para seu processo criativo durante toda sua carreira.

Sabendo disso procurei por diferentes bases para croqui, desenhos básicos da figura feminina, para que vocês possam se inspirar, vetorizar, ampliar ou reduzir, usar e abusar no trabalho ou na faculdade.

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Be my baby

Já faz algum tempinho que não penduro nada aqui na categoria Porta-retrato, então decidi tirar a poeira com uma galeria de imagens recheada de pela beleza estonteante do resultado das lentes de Steven Meisel.

Ficha Técnica:

VEÍCULO: Vogue Itália, Fevereiro/2004
EDITORIAL: Be My Baby
FOTÓGRAFO: Steven Meisel
MODELOS: Julia Stegner, Diana Dondoe, Jessica Stam, Caroline Trentini, Lisa Cant, Heather Marks, Caroline Winberg e Daria Werbowy
Be my baby
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