[OPINIÃO] Série nova: quando persistir ou, ‘Síndrome do Vampire Diaries’

Oi pessoal, eu por aqui de novo!

Acabou que eu só percebi que não tinham comentários agora, vamos fazer uma campanha #editoraliberaoscomentários? Brincadeira, chefinha! <3 Vamos combinar que quando vocês quiserem algum post, comentem lá no facebook d’O Cabide!

Muitos amigos meus perguntam como eu classifico séries que valem a pena seguir, as que tanto faz e as que não valem a pena de jeito nenhum. Cada um faz de um jeito, mas eu estabeleci uma regra para mim: o mínimo que eu preciso assistir, para definir se acompanho ou não, são 5 episódios. Explico abaixo:

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1) Piloto – Mente aberta e paciência.

Toda série tem um dever ingrato no piloto: mostrar a que veio. Séries que precisam apresentar cenários ou universos em que são passadas, piorou. Aliás, um dos melhores pilotos que eu já vi até hoje em que um cenário precisa ser apresentado – sem um narrador falando ou um take com texto explicando – foi em True Blood. A sacada de mostrar as revistas falando sobre vampiros foi genial. Já seriados como Brothers and Sisters, Modern Family e tantas outras que não precisam explicitar seus universos levam vantagem nesse quesito. Precisamos estar cientes desse ponto para que possamos ver o piloto com a expectativa real do que pode ser mostrado nesse episódio.

2) Atuação – Os atores também estão conhecendo seus personagens.

Meu marido odiava assistir True Blood por causa da atuação da Anna Paquin. Verdade seja dita, ela era terrível nos primeiros episódios. Tenho uma amiga (Oi Mari!) que não conseguiu assistir Misfits por causa da atuação, também. E poxa, são duas séries fantásticas! Relevar atuações mais precárias podem render uma ótima série para se acompanhar. Pense em você, no primeiro mês de novo emprego. Demora a pegar no tranco também, não é? Empatia também funciona com os superstars 🙂

3) Plot – Se nem briga de amiguinho se resolve rápido, imagina desenrolar no seriado?

Tem algumas coisas que me tiram do sério, como os personagens não sentarem para ter uma conversa franca e resolver as brigas. Mas, se isso acontecesse, teríamos temporadas de que? Quatro episódios? Por isso, perceber que o plot deve ser desenvolvido e não pode ser resolvido “como no mundo real” ajuda muito nesse quesito. Entender que o enredo é o que leva a série e, muitas vezes, conflitos menores viram tramas enormes para nosso bel prazer – tipo Revenge!

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Se você pensar nesses três pontos acima e aplicar a regra dos 5 episódios, muitas séries podem se tornar grandes joias na sua coleção de seriados do coração. Claro que tem alguns casos que são perdidos e nem com toda a paciência da Madre Teresa nós conseguiríamos assistir. No meu caso, Vampire Diaries. 

SOCORRO.

Não consigo com essa mistura de Twilight, 90210 e Pretty Little Liars. Já tentei aplicar a ‘Regra dos Cinco’ pelo menos umas dez vezes, e eu sempre falho. SEMPRE. E sempre no segundo episódio! Não há santo que me faça ter paciência para ver aquela guria sofrer, aquele vampiro sofrer/ser sensual, o cenário todo me deixa incomodada. Para os fãs, estou perdendo muito? Vale a pena o esforço?

E vocês? Qual o seu ‘ritual’ para definir se a série é boa ou não? 🙂

*imagens: reprodução

Oi, sou a Pati. Também sou mãe do Mattheus e da Aimée. Tenho ‘toc’ com letras repetidas nos nomes dos meus filhos. Sou esposa do Renan. Sou diretora de arte. Sou mulher. Sou feminista, sou a favor dos direitos dos gays, sou plus size, sou incoerente, erro demais e acerto muito também. Tenho um vício absurdo por seriados, novelas e filmes que me tomam um tempo inimaginável, mas me ajudam a continuar criativa. Ah! Eu adoro Keeping Up With the Kardashians.

[OPINIÃO] A relação de amor e ódio com Game of Thrones

Oi cabideiros! Eu sou a Pati e esse é o meu primeiro post aqui no O Cabide sobre séries e filmes! Muito prazer! Antes de começar o post, vamos fazer alguns “combinados” – como diria meu filho mais velho – pra tudo correr bem!
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• Posts com spoilers serão sinalizados com [SPOILER] antes do título e, dentro do texto, o spoiler será avisado novamente
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Combinado? Então vamos lá!

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Oi, sou a Pati. Também sou mãe do Mattheus e da Aimée. Tenho ‘toc’ com letras repetidas nos nomes dos meus filhos. Sou esposa do Renan. Sou diretora de arte. Sou mulher. Sou feminista, sou a favor dos direitos dos gays, sou plus size, sou incoerente, erro demais e acerto muito também. Tenho um vício absurdo por seriados, novelas e filmes que me tomam um tempo inimaginável, mas me ajudam a continuar criativa. Ah! Eu adoro Keeping Up With the Kardashians.